1. TEORIA CRÍTICA
1.1. Contexto
1.1.1. Guerras mundiais, nazismo, facismo, tecnologia como capitalização da vida social
1.2. Críticas
1.2.1. Crítica árdua ao capitalismo e marxismo ocidental
1.2.2. Teóricos hegemônicos
1.2.3. Neokantismo, existencialismo e neopositivismo
1.2.4. Não revolução do proletariado
1.2.5. Indústria cultural
1.3. HEGEL
1.3.1. Último idealista alemão
1.3.2. Particular e universal contemplam a construção da ciência
1.3.3. Retomada de Platão e Aristóteles
1.3.3.1. Mas ambos viam a vida como estática, Hegel discorda
1.3.4. A realidade é um devir (Heráclito)
1.3.4.1. O mundo real sempre muda
1.4. DIALÉTICA
1.4.1. MOVIMENTO DAS ESSÊNCIAS É CONSTRUÍDO PELO ESPÍRITO
1.4.2. Oposição de polos
1.4.2.1. O limite do que a coisa é, é o próprio oposto dela
1.4.2.2. Ex.: não existe calor sem o frio
1.4.3. Tese, Antítese e Síntese
1.4.3.1. Tese - intelectivo
1.4.3.1.1. Abstrai conceitos determinados
1.4.3.2. Antítese - negativamente racional
1.4.3.2.1. Remove a rigidez do intelecto
1.4.3.3. Síntese - positivamente racional
1.4.3.3.1. Supera as oposições, mostra a totalidade
1.4.4. Não - Identidade
1.4.4.1. Tudo o que as coisas são carregam o que elas não são
1.4.4.1.1. O que não são - potencial de ser
1.4.4.2. Sempre que falamos o que a coisa é, automaticamente falamos o que ela não é
1.4.4.3. Ex.: Você é feliz e não triste, mas carrega o potencial de ser triste
1.4.5. Ideologia
1.4.5.1. Identidade + Estrutura + Sistema Teórico = Não - Identidade
1.4.5.1.1. A identidade é sempre uma ideologia, portanto sempre vai carregar a não-possibilidade
1.4.5.1.2. Identidade carrega consigo uma estrutura
1.4.5.1.3. O mundo pode não ser aquilo que ele é
1.4.6. Dialética materialista para Adorno
1.4.6.1. Todo instrumento tem uma história
1.4.6.2. São idealizados e não pensamos em outra maneira de utilizá-los
1.4.6.2.1. Ex.: chave de fenda - todos usamos do mesmo jeito, nunca pensamos em usá-la para outro fim
1.5. Críticas de Adorno
1.5.1. Idealismo
1.5.2. Neokantismo
1.5.3. Positivismo
1.5.4. Fenomenologia
1.5.5. Existencialismo
2. FENOMENOLOGIA
2.1. BRENTANO
2.1.1. PSICOLOGIA
2.1.1.1. EMPÍRICA
2.1.1.2. CIÊNCIA INDEPENDENTE
2.1.2. Superar os psicologismos da época
2.1.3. Intencionalidade
2.1.3.1. Exclusiva da mente
2.1.3.2. O que separa os fenômenos físicos dos psicológicos
2.1.3.3. Funda a Psicologia do Ato
2.1.4. Psicologia de base experiencial mas não experimental
2.1.5. Consciência
2.1.5.1. Nenhum processo físico pode ser compreendido na consciência pois nela só existem conteúdos psíquicos
2.1.5.2. Sempre descreve algo do mundo
2.1.5.2.1. Constantemente se desconstituindo e virando outra coisa
2.1.5.3. Estruturada na experiência
2.1.5.4. Algo exclusivo dela (intencionalidade)
2.1.5.5. As coisas em si não são nada. A consciência dá sentido
2.1.5.6. Como ato. Estudada enquanto EMPÍRICA e inédita
2.2. Método Fenomenológico
2.2.1. Buscar seu próprio caminho para a compreensão do sentido dos atos dos seres humanos
2.2.2. VOLTAR ÀS COISAS MESMAS
2.3. Epoché/Redução Fenomenológica
2.3.1. Suspensão dos juízos
2.3.2. Descrição do fenômeno, eliminando o que se conceber como supérfluo
2.3.3. Não deixar as crenças sobre a realidade influenciarem
2.3.4. A redução põe em evidência a intencionalidade da consciência
3. PSICODINÂMICA
3.1. SIGMUND FREUD
3.1.1. Hipnose
3.1.1.1. Freud tinha a suposição de que se histeria não era consequência de questões fisiológicas, deve haver uma explicação psicológica
3.1.1.2. O caráter penoso da característica humana é reprimido na própria personalidade
3.1.1.3. Método Catártico
3.1.1.3.1. Quando o Sujeito histérico é hipnotizado, volta à origem do trauma que foi oculto
3.1.1.3.2. Freud percebe a causa do mal e, em uma catarse, o paciente se liberta do problema
3.1.2. Necessidade
3.1.2.1. Para a filosofia: execução do princípio da coisa
3.1.2.2. Para a fisiologia: processo orgânico. ex.: é necessário respirar
3.1.2.3. Para a Psicanálise: tudo é necessidade
3.1.2.3.1. No objeto - necessária nele
3.1.2.3.2. No Sujeito - necessidade propriamente dita ou para saciar
3.1.2.4. Algumas necessidades são passíveis de repressão
3.1.2.5. Algo que impulsiona e algo que pode ser satisfeito são atravessados por algo que reprime a necessidade
3.1.3. Essência
3.1.3.1. Tudo o que ocorre
3.1.3.2. Involuntário
3.1.3.3. Inconsciente é a essência do psíquico
3.1.4. Ato Falho
3.1.4.1. Quanto você tinha um objetivo enquanto descrição, mas deu outro signo acidentalmente
3.1.4.2. Então deve ter algo por trás - INCONSCIENTE
3.1.5. Metapsicologia
3.1.5.1. Explicar fenômenos psicológicos que não são dados à consciência
3.1.5.2. Psicologia do inconsciente e explicativa
3.1.5.3. Freud diz que deve ser uma Psicologia explicativa (natural) e especulativa (positivista)
3.1.6. PSICOLOGIA EXPLICATIVA DE FREUD
3.1.6.1. Precisamos naturalizar a mente e as ideias
3.1.6.2. A ideia precisa ter substancialidade para ter impacto
3.1.6.2.1. Ex. físico: um objeto não pode empurrar o outro sem que os dois existam
3.1.6.3. A ideia tem que ter força o suficiente para realizar castração
3.1.6.4. Duplo naturalismo
3.1.6.5. Associação sensoriais e objetos intuitivos
3.1.6.5.1. Ex.: diferencio minha mãe dos outros por causa do significado que conferi à ela; vai além do sensitivo, da soma das experiências. Não é sobre o nome (mãe), mas sobre o SIGNIFICADO QUE DOU AO NOME
3.1.7. Tríade Freudiana
3.1.7.1. ID
3.1.7.1.1. Pulsão de cunho libidinoso
3.1.7.1.2. A amoral do inconsciente
3.1.7.2. EGO
3.1.7.2.1. Representação do Id
3.1.7.2.2. Quando vai em direção ao desejo, representa o Id
3.1.7.3. Superego
3.1.7.3.1. Consciência moral, culpa
3.1.7.3.2. Processo possível de repressão da coisa
3.1.7.3.3. Quando o desejo não é satisfeito
3.1.7.3.4. Para Freud, aparece no Complexo de Édipo
3.1.8. Desdobramentos Freudianos
3.1.8.1. Alfred Adler
3.1.8.1.1. Psicologia Individual
3.1.8.1.2. Desconstrução total do pensamento de Freud
3.1.8.1.3. Desejo de poder, superioridade
3.1.8.1.4. Completo de Inferioridade
3.1.8.2. Carl Jung
3.1.8.2.1. Psicologia Analítica
3.1.8.2.2. Inconsciente coletivo
3.1.8.3. Wilhem Reich
3.1.8.3.1. Marxismo e freudismo
3.1.8.3.2. O que reprime a sexualidade é a política
3.1.8.3.3. Conscientização em massa
3.1.8.4. Melanie Klein
3.1.8.4.1. O primeiro objeto
3.1.8.4.2. Frustações na primeira infância podem afetar a vida adulta
4. BEHAVIORISMO
4.1. COMPORTAMENTO
4.2. Romper a Psyqué da Psicologia Científica
4.3. WATSON
4.3.1. Behaviorista metodológico, empirista
4.3.2. Crítica à introspecção: cria um problema de relativismo
4.3.3. Crítica ao funcionalismo
4.3.3.1. Solução: behaviorismo é o único funcionalismo consciente e lógico
4.3.4. Quebra com: consciência, estados mentais, mente, imagem mental
4.3.4.1. Se você quebra com tudo, o que sobra? COMPORTAMENTO
4.3.4.2. Tudo isso cai e aparecem: hábito, ambiente, resposta, ajustamento e estímulo
4.3.5. O que é comportamento?
4.3.5.1. Estímulo (S) e resposta (R) estão sempre atravessados por um ajustamento
4.3.5.2. Primeiro nível de complexidade
4.3.5.2.1. Linguagem natural ou ação dirigida para um fim
4.3.5.3. Segundo nível de complexidade
4.3.5.3.1. Ações abertas ou encobertas
4.3.5.3.2. Ações inatas ou aprendidas
4.3.6. O Manifesto de Watson
4.3.6.1. Psicologia como ciência independente, de um ponto de vista natural
4.3.6.1.1. Ciência de previsão e controle de comportamento
4.3.6.2. Comportamento humano essencialmente igual ao animal
4.3.6.3. Todo comportamento é um reflexo
4.3.6.3.1. Resposta senso-motora
4.3.6.3.2. Explícito ou implícito
4.4. Behaviorismo Metodológico e Metafísico
4.4.1. Metodológico
4.4.1.1. Não nega a existência da Psyché
4.4.1.2. Mas não é problema da Psicologia
4.4.2. Metafísico
4.4.2.1. Negação completa da Psyché
4.5. SKINNER
4.5.1. Behaviorista radical
4.5.1.1. Somente comportamento
4.5.2. Psyché e paralelismo não existem
4.5.3. Crítica ao reflexo
4.5.3.1. É só uma parte do comportamento
4.5.3.2. SD (estímulo determinante) + Reforço = resposta imediata - COMPORTAMENTO OPERANTE
4.5.4. Estímulo e resposta através do ajustamento
4.5.5. Na construção da história
4.5.5.1. Punição por comportamentos - eles somem
4.5.5.2. Recompensa por comportamentos - eles aparecem ou são ampliados
5. HUMANISMO
5.1. Woodstock da Psicologia
5.2. Contexto
5.2.1. Século XX - guerras mundiais, Guerra do Vietnã, Crise de 29
5.2.1.1. Bombas, corridas armamentistas
5.2.2. Movimentos sociais
5.2.2.1. Hippies, Punks, Woodstock, Contracultura
5.2.3. Predominância de Psicanálise, Behaviorismo e Funcionalismo
5.2.3.1. Não conseguiam lidar com as questões humanas da época
5.3. Terceira Força da Psicologia
5.4. Sofrimento relacionado à ausência da possibilidade de ser autêntico
5.5. Pessoas não nascem más ou boas
5.5.1. Maldade é criada por questões socioeconômicas como fome e preconceito
5.6. Ser humanista é mudança na:
5.6.1. Relação com o objeto
5.6.2. Valorização do ser humano
5.6.3. Motivação - o sujeito é sempre uma autorrealização
5.7. Psicologia dos Sentidos
5.7.1. Você é o sentido que você dá às coisas
5.7.2. Você é responsável por suas escolhas
5.7.3. A ideia que você dá à ideia é sua
5.8. ABRAHAM MASLOW
5.8.1. Autorrealização
5.8.2. Crítica à sociedade que não contribui para a autorrealização do ser humano
5.9. GARDNER MURPH
5.9.1. Questionamento ao Behaviorismo
5.9.2. Dentro do reforço, eu escolho o que me reforça
5.9.2.1. Teor Facultativo
5.10. CARL ROGERS
5.10.1. Consideração incondicional
5.10.2. Tendência atualizante
5.10.2.1. Algo no desenvolvimento dos organismos que precisa de condições para se desenvolver
6. Gabriela Bigarella 1U
7. PRAGMATISMO
7.1. Virada utilitarista do funcionalismo
7.2. O conhecimento se dá pela EXPERIÊNCIA, sem inatismo
7.3. Experiência
7.3.1. Acúmulo e organização progressivo de sensopercepções
7.3.2. Acúmulo do presente e passado, abrindo para o futuro (previsão)
7.4. Experiência em direção daquilo que posso adicionar a ela
7.4.1. Como pego a função da coisa e adiciono coisas para se tornar "mais coisa"
7.5. Aperfeiçoamento
7.5.1. Tornar a adaptação mais controlada
7.6. Pragmatistas não concorda na existência da verdade
7.6.1. Mais importante a forma de como construir a verdade do que ela em si
7.6.2. É uma grande subjetividade
7.7. Ser e Não-Ser irrelevantes
7.8. JAMES PEIRCE
7.8.1. Crítica a Descartes, céticos e Kant
7.8.2. Empirista
7.8.3. Conhecimento é uma dúvida
7.8.3.1. As certezas são os próprios métodos de formação de dúvida
7.8.4. Quatro Métodos
7.8.4.1. Tenacidade; Autoridade; A priori; CIENTÍFICO
7.8.5. Método Científico de Peirce
7.8.5.1. Dedução; Indução; Abdução
7.8.5.2. Formular hipóteses e submetê-las a verificação
7.8.6. Pragmatismo aplicado na Psicologia
7.8.6.1. Método aplicável; educação
7.8.7. Natureza Humana
7.8.7.1. Você experiencia o mundo e escolhe uma ação para a adaptação
7.8.7.2. Conduta humana
7.8.7.2.1. Comportamentos formados na relação da "natureza humana" com o ambiente social
7.8.7.2.2. Modelagem de atos socialmente aceitáveis
7.8.8. Método Pragmático
7.8.8.1. Experimental
7.8.8.2. O bem supremo está no processo no qual cada um se torna capaz de ter hábitos generalizados
7.8.9. Hábito
7.8.9.1. Tendência de acreditar que algo vai acontecer sempre
7.8.9.1.1. Ex.: Lavar o cabelo todo dia. Não é uma verdade pois posso não lavar o cabelo amanhã
7.8.9.2. Consciência Coletiva e Consciência do Sujeito
7.8.9.3. A construção do inato (eu, personalidade, caráter) é uma relação direta com o hábito
7.8.9.4. Condutas aprendidas
7.8.9.4.1. Ex.: misoginia, homofobia
7.8.10. Instintos
7.8.10.1. Impulsos
7.8.10.2. São moldados
7.8.10.3. Ganham significado quando inseridos em um contexto social
7.8.10.3.1. Por si sós não significam nada
7.8.11. Inteligência
7.8.11.1. Hábito e instinto organizados
7.8.11.2. Ensaio imaginativo das variações do hábito perante aos instintos
7.8.11.2.1. Ex.: Levantar a mão para ir ao banheiro - você não simplesmente sai, há uma conduta social a ser seguida
8. WUNDT
8.1. Laboratorial
8.2. Experiência
8.2.1. Conteúdo Objetivo
8.2.1.1. Experiência medita
8.2.1.2. Objetos da experiência
8.2.1.3. O mundo externo é independente dos sujeitos da experiência
8.2.2. Conteúdo Subjetivo
8.2.2.1. Experiência imediata
8.2.2.2. Sujeito da experiência em relação com o conteúdo da experiência
8.2.2.3. Mundo externo
8.3. EXPERIÊNCIA IMEDIATA como objeto de estudo da Psicologia
8.4. CIÊNCIA
8.4.1. Dupla possibilidade de se fazer ciência
8.4.1.1. Ciência Natural - experiência mediata
8.4.1.1.1. ex.: física, química, fisiologia
8.4.1.2. Psicologia - experiência imediata
8.4.1.2.1. Não abstrai o sujeito como as Ciências Naturais
8.4.2. Espiritualismo
8.4.2.1. Entidade imaterial que fundamenta os fenômenos psíquicos
8.4.3. Materialismo
8.4.3.1. Matéria é o fundamento de tudo
8.4.3.1.1. Eventos psicológicos são eventos cerebrais
8.5. NOVA PSICOLOGIA
8.5.1. Autônoma
8.5.2. Independente de teorias metafísicas
8.5.3. *Altera-se a experiência psicológica*
8.6. Método
8.6.1. Objeto
8.6.1.1. O mesmo das Ciências Naturais, porém com outro ponto de vista
8.6.2. Métodos
8.6.2.1. Experimento
8.6.2.1.1. Manipulação do pesquisador (intervenção intencional)
8.6.2.2. Observação
8.6.2.2.1. Investigação do fenômeno sem intervenção do pesquisador
8.6.3. Método da Psicologia
8.6.3.1. Estudos sobre sensação, percepção e representação
8.6.4. A intenção do observador altera a pesquisa
8.7. Paralelismo
8.7.1. Paralelismo entre conteúdos psíquicos elementares e processos físicos complexos
8.7.2. Inacessível ao método experimental
8.7.3. Contra ponto aos fisiologistas
8.8. Observação
8.8.1. Produtos mentais sugeridos ao longo da história
8.8.2. Psicologia dos Povos
8.8.2.1. Análise de fenômenos culturais
8.8.2.2. Relatos e estudos etnológicos
9. HISTORICISMO
9.1. WILHEIM DILTHEY
9.1.1. Crítica ao Positivismo e às Ciências Naturais
9.1.2. Por que nosso objetivo não é natural?
9.1.2.1. O Sujeito é construído historicamente, tem uma cultura
9.1.2.1.1. O Sujeito vivencia o mundo - longo fluxo de vivência atravessado pela representação cultural
9.1.2.2. Os objetos naturais cumprem suas essências, têm normativas
9.1.2.3. O que faz o humano distinto do objeto natural?
9.1.2.3.1. Moral; Política; Juízo
9.1.3. O naturalismo cai para aparecer o espírito cultural
9.1.3.1. Só faz sentido estudar o Sujeito dentro de um Sujeito
9.1.4. PSICOLOGIA DESCRITIVA
9.1.4.1. Método Compreensivo
9.1.4.1.1. Superar o relativismo de valores
9.1.4.1.2. Não é sobre se colocar no lugar do outro, mas sim o entendimento da experiência do outro
10. ESTRUTURALISMO
10.1. Contexto
10.1.1. Industrialização no Brasil
10.1.2. Imigração europeia
10.1.3. Alienação
10.1.4. Objetificação do ser humano
10.1.4.1. Pessoa como máquina
10.1.5. Trabalho manual vs. intelectual
10.2. Edward Titchner
10.2.1. Estudo dos elementos mentais e sua conexão mecânica
10.2.1.1. Mediante ao processo de ASSOCIAÇÃO
10.2.2. Estudo da consciência se dá nas ESTRUTURAS do objeto
10.2.2.1. Através da introspecção
10.2.3. Base: elementos propriamente ditos
10.2.4. Sensação e organização dessa sensação
10.2.5. Reconhecer os elementos e depois o todo
10.2.5.1. ex.: ver o bico; cabeça; corpo; patas; só então o pato
10.2.6. METODOLOGIA
10.2.6.1. Experiência e observação pessoal de quem o vivencia
10.2.7. Sensacionismo
10.2.7.1. Reconheceu que seu sistema era um tipo de sensacionismo
10.2.7.2. Descrição livre de significado dos elementos da consciência
10.2.7.3. Todo conhecimento se origina em sensações
10.2.8. Mente
10.2.8.1. Componentes
10.2.8.1.1. Sensação
10.2.8.1.2. Afecção
10.2.8.1.3. Imagem
10.2.8.2. Lei da Contiguidade
10.2.8.2.1. Unificar as partes
10.2.8.2.2. A parte não é só relacionada com outras partes, elas formam um todo
10.2.9. Atenção
10.2.9.1. Apenas um rótulo descritivo dado a o que vivenciamos com clareza
10.2.10. Associacionismo
10.2.10.1. Como componentes psicológicos se consolidam e interagem para moldar experiências conscientes
10.2.10.2. Duplo associacionismo
10.2.10.2.1. Há uma associação das partes e outra com o signo
10.2.10.2.2. Retomada do paralelismo psicofísico
10.2.10.2.3. Termos das Ciências Naturais
10.2.10.2.4. Materializar o ato mental
11. Em roxo escuro: Psicologia para cada vertente
12. FUNCIONALISMO
12.1. TODA PSICOLOGIA MODERNA É FUNCIONALISTA
12.2. As coisas a priori são inúteis
12.3. FUNÇÃO
12.4. A função em si é inútil, só se torna útil quando ligada a outras coisas
12.5. Estudo de pessoas "comuns", sem contingência
12.5.1. Não psicólogos
12.6. Estudo da adaptação
12.7. ADAPTAÇÃO
12.7.1. Primeira Lei
12.7.1.1. Sujeito e meio
12.7.1.2. A função do comportamento e meio só se dá na relação entre eles
12.7.1.3. Não há comportamento isolado do meio
12.7.1.4. ex.: respirar
12.7.2. Segunda Lei
12.7.2.1. Todo sujeito é uma relação organismo-meio-social
12.7.2.2. Não há distinção material entre função simbólica e organísmica
12.7.2.3. ex.: símbolo
12.7.3. Toda adaptação é um vitalismo
12.7.4. Patologias podem exercer funções
12.7.4.1. ex.: TDI pode proteger a criança de traumas
12.8. WILLIAM JAMES
12.8.1. Psicologia experimental
12.8.2. Crenças verdadeiras = úteis
12.8.3. O funcionalismo está atravessado por uma pragmática
12.8.4. Para entender a função, é preciso entender a aplicação
12.8.5. Método Empirista
12.8.5.1. Olhar para além dos princípios
12.8.5.2. Adicionar a verdade
12.8.6. Releitura do Self
12.8.6.1. O Self passa a existir em função de duas ações sobre o ambiente
12.8.6.2. O sujeito deixa de ser algo fixo para virar um devir
12.8.7. Fluxo de Pensamento
12.8.7.1. Não é uma "coisa"
12.8.7.2. É um processo
12.8.7.3. Funções psíquicas - analisadas
12.8.7.4. Consciência - atividade funcional do organismo que permite a sobrevivência
12.8.7.5. Consciência de um eu possível (eu')