1. Mudanças acontecidas na estrutura do comércio exterior brasileiro após a abertura comercial.
1.1. processo natural de aproveitamento de vantagens naturais do país diante de um comércio internacional cada vez mais livre
2. Alguns testes empíricos na economia brasileira.
2.1. Tyler em 1970
2.1.1. a intensidade de capital das exportações industriais brasileiras
2.2. Tyler em 1972
2.2.1. testou a versão ampliada da teoria de H-O, considerando o trabalho especializado na oferta de fatores determinantes do comércio exterior de manufaturados no Brasil
2.3. Rocca e Mendonça em 1972
2.3.1. novos indicadores de utilização de trabalho qualificado na indústria brasileira
2.4. Carvalho e Haddad em 1980
2.4.1. calcularam requisitos diretos e indiretos de trabalho em relação ao valor adicionado e em relação ao valor da produção
2.5. Carvalho e Haddad em 1977
2.5.1. índices de qualificação do trabalho para o setor industrial
3. Resultados obtidos
3.1. Classificação dos setores produtivos segundo a intensidade fatorial
3.1.1. Para o Brasil, em 2005, foram classificados apenas cinco setores como sendo intensivos em trabalho: Têxteis, Artigos de Vestuário e Acessórios, Artefatos de Couro e Calçados, Produtos de Madeira-Exclusive Móveis, Móveis e Produtos das Indústrias Diversas.
3.1.2. Produtos intensivos em capital: Refino de Petróleo e Coque, Produtos Químicos, Fabricação de Resina e Elastômeros, Produtos Farmacêuticos, Perfumaria, Higiene e Limpeza, Tintas, Vernizes e Esmaltes, Produtos Químicos Diversos, Artigos de Borracha e Plástico, Metalurgia de Metais não Ferrosos, Produtos de Metal (Exclusive Máquinas), Jornais, Revistas e Discos, Máquinas e Equipamentos (Inclusive Eletrodomésticos), Máquinas para Escritório, Máquinas, Aparelhos e Matérias Elétricos, Material Eletrônico e Equipamento Comum, Aparelhos, Instrumentos Médicos Hospitalares, Automóveis, Camionetes e Utilitários, Caminhões e Ônibus, Peças e Acessórios para Veículos, Outros Equipamentos de Transporte.
3.2. Intensidades fatoriais no comércio exterior brasileiro
3.2.1. predomínio de produtos intensivos em recursos naturais
3.2.2. em segundo plano a participação das exportações de produtos intensivos em capital
3.2.3. em terceiro exportações brasileiras de bens intensivos em trabalho
4. Na última década as exportações brasileiras apresentaram um crescimento significativo
4.1. crescimento econômico
4.2. expansão do comércio mundial
4.3. estratégias comerciais
5. Processo natural de aproveitamento de vantagens naturais
5.1. importância dos produtos primários na pauta de exportações brasileiras
6. Generalização da teoria de Heckscher-Ohlin para o caso de três fatores
6.1. três fatores de produção
6.1.1. trabalho, recursos naturais e capital
7. Metodologia utilizada para o cálculo do uso dos fatores de produção no comércio exterior brasileiro
7.1. Neste artigo admitir-se-á a existência de três fatores de produção e três tipos de produtos do ponto de vista da intensidade de fatores: produtos intensivos em recursos naturais, produtos intensivos em trabalho e produtos intensivos em capital
7.1.1. O primeiro grupo de produtos intensivos em recursos naturais se justifica, pois são indústrias que foram criadas para processar os recursos naturais e que são relativamente abundantes no Brasil
7.1.2. O segundo grupo de produtos são aqueles cujas indústrias são intensivas em trabalho, fator este que tradicionalmente tem sido considerado abundante na economia brasileira relativamente a países desenvolvidos
7.1.3. O terceiro grupo de produtos reflete o processo e industrialização no Brasil, baseado no fator capital, e que pode ser considerado fator relativamente escasso no Brasil
7.2. Maneiras para se mensurar as intensidades fatoriais
7.2.1. poder-se-ia mensurar o volume físico dos insumos capital, trabalho e recursos naturais necessários para produzir um dado conjunto de bens
7.2.2. estimativa da contribuição dos fatores de produção na formação do produto em cada setor da economia