1. Primeira ato Institucional (AI-1) (abril de 1964)
1.1. Cassações de mandatos políticos e suspensão de direitos constitucionais
1.1.1. Contra os opositores
1.2. Marca inicial
1.3. Junta Militar
1.4. Previsão ate 31 de janeiro de 1966
1.5. Eleição indireta para a Presidência da República
2. Crise do Petróleo (Outubro de 1973)
2.1. Faz o Brasil perder seu mercado externo
2.2. Quando se descobre que petróleo é um recurso natural não renovável
2.3. Preço do petróleo aumentou 400%
2.4. Causando reflexos poderosos nos Estados Unidos e na Europa e desestabilizando a economia por todo o mundo
3. Crise do Milagre (1974)
3.1. Causas:
3.1.1. Aumento da dívida
3.1.1.1. Dependência do exterior
3.1.1.1.1. Inflação aumenta
3.1.2. Aumento da pobreza
3.1.3. Ausência de distribuição de renda
3.2. O regime fica sem argumentos
4. Assassinatos (em outubro de 1975)
4.1. Vladimir Herzog
4.1.1. Jornalista conceituado
4.2. Manoel Fiel Filho
4.2.1. Líder operário
4.3. Gera uma grande insatisfação, oposição mais radical
4.3.1. Explosão de um carro
4.3.1.1. Mata um militar
4.3.2. Início da abertura
5. Presidente General Figueiredo (Março de 1979)
5.1. Oposição radical de extrema direita
5.1.1. Atentados a bombas
5.1.1.1. Caso Riocentro
5.2. "Democracia nem que seja na porrada"
5.3. Lei Anistia
5.3.1. Presos libertados
5.3.2. Arquivamento perpetuo
5.3.2.1. Nem quem sofreu, nem quem torturou
5.4. Reforma Partidária
5.4.1. Fim do Arena
5.4.1.1. PDS (Partido Democrártico)
5.4.2. Fim do MDB (Movimento Democrático Brasileiro)
5.4.2.1. PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro)
5.4.2.2. PDT (Partido Democrático Trabalhista) - Leonel Brizola
5.4.2.3. PTB (Partido Trabalhista Brasileiro)
5.4.2.4. PT (Partido dos Trabalhadores) – sindicalistas do ABC
6. Eleições diretas para governadores (Novembro de 1982)
6.1. Oposição ganha espaço
6.1.1. Mais candidatos do antigo MDB são eleitos
7. Movimento Diretas Já (março de 1983 – abril de 1984)
7.1. Os próprios militares abrem mão
7.2. Abertura lenta, gradual e segura
7.3. Proposta Emenda Dante de Oliveira por eleições presidenciais diretas
7.3.1. Manifestações
7.3.2. Palanques
7.3.2.1. Políticos opositores juntos
7.3.3. Discursos
7.3.4. José Sarney (PDS)
7.3.4.1. Articulação para impedir
7.3.4.1.1. Próximas eleições decididas pelo congresso
8. Eleições (Janeiro de 1985)
8.1. PDS - Maluf X Trancredo Neves - PMDB
8.1.1. O presidente, José Sarney, do partido sai e forma a Frente Liberal (PFL)
8.1.1.1. Faz uma aliança e vira vice de Trancredo
8.1.1.1.1. Tem vitória no Colégio Eleitoral contra Paulo Maluf (PDS)
9. Governo Castelo Branco (abril de 64)
9.1. Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG)
9.1.1. Estado interfere na economia
9.1.1.1. Criando bases para o milagre econômico
9.2. Serviço Nacional de Informações (SNI)
9.2.1. Contra os "subversores"
9.2.1.1. Assim era decretado as punições
9.2.1.2. Repressão
10. Ato Institucional nº 2 (Outubro 1965)
10.1. Antigos partidos proibidos
10.1.1. Bipartidarismo
10.1.1.1. Arena
10.1.1.1.1. Era formada em:
10.1.1.2. MDB (Movimento Democrático Brasileiro)
10.1.1.2.1. Era formado por:
10.2. Eleições indiretas para presidente
11. Ato Institucional n°3 (Fevereiro de 1966)
11.1. Da continuação ao AI-2
11.2. Eleições indiretas para governadores e prefeitos
12. Ato Institucional n°4 (Dezembro de 1966)
12.1. Convoca o Congresso Nacional transformado em Assembleia Constituinte
12.1.1. Uma nova Constituição, de 1967
12.1.1.1. Para "legalizar" a ditadura
12.1.1.2. Caráter autoritário
13. Governo Costa e Silva (Março de 1967)
13.1. Opositores
13.1.1. Estudantes
13.1.1.1. UNE (União Nacional dos Estudantes)
13.1.2. Artistas
13.1.3. Padres
13.1.4. Intelectuais
13.1.5. Frente Ampla
13.1.5.1. JK
13.1.5.2. João Goulart
13.1.5.3. Lacerda
13.2. Apoiadores
13.2.1. SNI
13.2.2. DOI-CODI
13.2.3. Colocando a censura
13.2.3.1. Repressão
14. Morte de Edson Luis (Março de 1968)
14.1. Oposição se revolta
14.1.1. Mais manifestações
14.1.1.1. "Passeata dos cem mil"
14.1.2. Guerrilhas
14.1.2.1. Marighella
14.1.2.2. Lamarca
14.1.2.3. Araguaia
14.1.2.4. Movimento de 8 de outubro
15. Ato Institucional n°5 (Dezembro de 1968)
15.1. O mais violento
15.2. Congresso em recesso por tempo indeterminado
15.2.1. Centralização no poder executivo
15.3. Confisco de bens
15.4. Suspensão dos Habeas Corpus políticos
15.5. Restabelecida as cassações
15.5.1. Mais pragmático
15.6. Líquida a vitalidade
15.7. Fim dos direitos e liberdade constitucionais
15.7.1. Tortura instaurada
15.8. Fortalecimento das instituições repressoras
16. Afastamento do Costa e Silva (Agosto de 1969)
16.1. Fica doente a partir de uma trombose
16.2. Seu vice, Pedro Aleixo, tenta assumir, mas não consegue
16.2.1. A junta militar da um Golpe
17. Governo Médici (Outubro de 1969)
17.1. Crescimento
17.1.1. Ponto de vista econômico
17.1.1.1. 1° plano nacional de desenvolvimento
17.1.1.1.1. Crescimento de 8% a 9%
17.1.1.1.2. Inflação abaixo de 20%
17.1.1.1.3. 100 milhões de doláres de reserva
17.1.1.1.4. Símbolo: Usina hidrelétrica de Itaipu
17.1.1.2. Arrocho econômico
17.1.1.2.1. Inflação sobe, preços sobem
17.1.1.2.2. Lucro das empresas aumenta
17.2. Crise ponto de vista político
17.2.1. Mais repressor
17.2.1.1. Anos de chumbo
17.3. Estado
17.3.1. Indústrias de base=Siderúrgicas
17.3.2. Energia
17.3.3. Incentivo
17.3.3.1. Fiscais/Burocráticos/Financiamentos
17.3.4. Obras públicas
17.3.4.1. Girar o capital
17.3.4.1.1. Emprego
17.3.4.2. Bens de consumo duráveis
17.3.4.3. Indústrias complementares
17.4. Capital Estrangeiro
17.4.1. Investimentos/Créditos/Empréstimos
17.4.1.1. Indústria petroquímica/Tecnologia/Eletrônica/Automobilística
17.4.2. Cria uma dependência do Capital e Mercado externo
18. Governo do General Geisel (Março de 1974)
18.1. Tenta achar uma solução
18.1.1. Não apoiado pelos militares
18.1.2. Abertura política lenta, gradual e segura
18.2. Pressões internas
18.2.1. Inflação
18.2.2. Dívida externa
18.3. Pressões externas
18.3.1. Crise do petróleo de 1973
19. Greves operárias no ABC paulista (1978)
19.1. Das quais uma das lideranças era Luís Inácio da Silva (Lula)
19.1.1. Luta pela anistia
19.2. Insatisfação da classe operaria
20. Revogação do Ato Institucional nº 5 (Dezembro de 1978)
20.1. Pela pressão popular
20.1.1. Oposição cada vez mais fortalecida