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Caso 5 Door Mind Map: Caso 5

1. 1) Parasitoses

1.1. protozoários

1.1.1. Giardia duodenalis

1.1.1.1. trofozoítos aderem à mucosa intestinal

1.1.1.2. infecta duodeno

1.1.1.2.1. atrofia das vilosidades intestinais

1.1.1.3. Transmissão: ingestão de cistos (água e alimentos contaminados) ou pessoa a pessoa (mãos sujas)

1.1.1.4. diarreia aguda autolimitada

1.1.1.5. diarreia crônica com esteatorreia

1.1.1.6. Tratamento: metronidazol ou albendazol

1.1.2. Entamoeba histolytica

1.1.2.1. infecta o cólon

1.1.2.1.1. pode invadir outros órgãos e sistemas

1.1.2.2. colite disentérica: cólicas, evacuações mucossanguinolentas de pequena quantidade e grande frequência

1.1.2.3. colite não disentérica: forma mais comum; com períodos de diarreia intercalados com constipação

1.1.2.4. transmissão: ingestão de cistos (água e alimentos contaminados) ou pessoa a pessoa (mãos sujas)

1.1.2.5. Tratamento: Albendazol, Secnidazol ou Metronidazol

1.1.2.6. 10% da população mundial

1.1.2.7. 3 causa de óbito por infecção parasitária no mundo

1.1.3. Cryptosporidium

1.1.3.1. infecta o intestino delgado e ocasionalmente o intestino grosso

1.1.3.2. transmissão: ingestão de oocistos contaminados ou pessoa a pessoa

1.1.3.3. diarreia aguda e autolimitada que se resolve em uma a duas semanas.

1.1.3.4. tratamento não é indicado para imunocompetentes

1.1.4. Isospora belli

1.1.4.1. infecta o intestino delgado

1.1.4.2. transmissão: ingestão de oocistos (água e alimentos contaminados) ou pessoa a pessoa (mãos sujas)

1.1.4.3. diarreia aguda autolimitada acompanhada de febre, anorexia, náuseas e vômitos.

1.1.4.4. evolui com cura em 40 dias

1.1.4.5. tratamento só é indicado para imunossuprimidos

1.2. platelmintos

1.2.1. Taenia solium

1.2.1.1. as tênias são adquiridas através da ingestão do cisticerco presente na carne malcozida de boi ou de porco

1.2.1.2. fixa-se ao intestino delgado

1.2.1.3. Se ingerir os ovos => adquire a cisticercose, que poderá se localizar no tecido celular subcutâneo ou cérebro.

1.2.1.4. casos assintomáticos

1.2.1.5. quadro de diarreia, constipação, fome excessiva, cefaleia e dores abdominais.

1.2.1.6. tratamento: Praziquantel ou Mebendazol

1.2.1.7. tenesmo

1.2.2. Taenia saginata

1.2.3. Hymenolepis nana

1.2.4. Schistossoma mansoni

1.3. nematelmintos

1.3.1. Ascaris lumbricoides

1.3.1.1. local principal de infecção: intestino delgado

1.3.1.2. Transmissão: acontece através da ingestão de ovos presentes na água ou alimentos

1.3.1.3. No ID, transformam-se em larvas que penetram na mucosa, passam pelo filtro hepático, atingem os alvéolos pulmonares e daí ascendem pela árvore traqueobrônquica, onde são novamente deglutidos

1.3.1.4. manifestações clínicas variadas

1.3.1.5. síndrome de Löeffler

1.3.1.5.1. sintomas pulmonares

1.3.1.6. tratamento: albendazol, mebendazol ou ivermectina

1.3.1.7. oclusão intestinal e prolapso retal

1.3.1.7.1. quadro cirúrgico

1.3.1.7.2. semioclusão => uso de oléo mineral

1.3.1.8. diarreia em grandes volumes com baixa frequência

1.3.2. Enterobius vermicularis

1.3.2.1. oxiúros

1.3.2.2. transmissão

1.3.2.2.1. anus - boca

1.3.2.2.2. alimentos - boca

1.3.2.2.3. retroinfecção

1.3.2.3. Local de infecção: ceco e intestino grosso

1.3.2.4. dor em quadrante inferior direito, náuseas, flatulência e diarreia

1.3.2.5. PRURIDO ANAL (NOTURNO)

1.3.2.6. Tratamento: albendazol ou mebendazol (deve ser repetido depois de 2 semanas)

1.3.2.7. É a mais prevalente em países desenvolvidos

1.3.2.8. fêmea 10 mm e macho 5 mm

1.3.2.9. Em pacientes do sexo feminino, o verme pode migrar para região vulgar, causando corrimentos e desconforto genital

1.3.2.10. prevenção: ferver roupas de cama e toalhas; tratar todos da casa

1.3.3. Ancylostoma duodenale

1.3.3.1. Europa, Japão, India

1.3.4. Necator americanus

1.3.4.1. América do Sul

1.3.4.2. Local da infecção: duodeno e jejuno

1.3.4.3. Perda de sangue

1.3.4.4. assintomático

1.3.4.5. dermatite larvária

1.3.4.6. parasitismo intestinal

1.3.4.6.1. flatulência, diarreia

1.3.4.6.2. anemia hipocromica e microcítica

1.3.5. Strongyloides stercoralis

1.3.5.1. local de infecção: duodeno e jejuno

1.3.5.2. pode causar quadros sistêmicos em imunossuprimidos

1.3.5.3. pode ser assintomático

1.3.5.4. lesão urticariforme

1.3.5.5. migração das larvas para os pulmões (Loeffler)

1.3.5.6. quadro intestinal: diarreia, anorexia, dor epigástrica

1.3.5.7. profilaxia: tratamento de animais domésticos, saneamento básico

1.3.6. Trichuris trichiura

1.3.6.1. prevalência grande em crianças

1.3.6.2. fixa-se ao intestino grosso

1.3.6.3. anemia

1.3.6.4. fatores de risco: desnutrição; sem saneamento básico

1.3.6.5. diagnóstico: EPF

1.3.6.6. tratamento: albendazol e metronidazol

1.4. Poliparasitismo

1.4.1. Antiparasitário de amplo espectro

2. 3) Desidratação

2.1. É um distúrbio decorrente da perda de água e eletrólitos

2.2. acomete os compartimentos

2.2.1. Intracelular

2.2.2. Extracelular

2.2.2.1. Intravascular

2.2.2.2. Intersticial

2.3. sem desidratação

2.3.1. sinal da prega recolhe rápido

2.3.2. debito urinario normal

2.4. desidratação leve a moderada

2.4.1. perda de 3 a 9% de peso

2.4.2. extremidades frias

2.5. desidratação grave

2.5.1. incapaz de beber agua

2.5.2. bradicardia

2.5.3. pulso fraco

2.5.4. olhos encovados sem lagrima

2.5.5. sinal da prega demora >2 s

2.5.6. enchimento capilar lento

2.5.7. debito urinario minimo

2.5.8. perda de >9% de peso

2.5.9. extremidades muito frias

2.6. hiponatremica

2.6.1. perda de eletrólitos > perda de água

2.7. isonatremica

2.7.1. perda de eletrólitos = perda de água

2.7.2. mais comum

2.8. hipernatremica

2.8.1. perda de eletrólitos < perda de água

3. 5)

3.1. ACS

3.1.1. acolhimento

3.1.2. criação de vínculo do usuário com a unidade de saúde

3.1.3. atua em microáreas

3.1.3.1. cadastros

3.1.3.2. orienta quanto ao fluxo

3.1.3.3. visitas domiciliares

3.1.3.4. leva em consideração risco e vulnerabilidade das famílias

3.1.3.5. ações educativas

3.1.3.5.1. individuais

3.1.3.5.2. coletivas

3.1.3.6. enfrentamento de vulnerabilidades

3.1.3.7. teleacompanhemento

3.1.3.7.1. pandemia

3.1.4. equipe incompleta

3.1.4.1. áreas desassistidas

3.1.4.1.1. não tem acesso ao serviço de saúde de forma adequada

3.1.4.1.2. rodízio de microáreas

3.2. Agente de Combate a Endemias

3.2.1. identificação do território de atuação

3.2.2. campanhas de educação em saúde

3.2.3. outras nomenclaturas: agente de vigilância ambiental, agente ambiental etc

3.2.4. Politica Nacional de Vigilancia em Saude

3.2.5. PNAB

3.2.6. atua em conjunto com o ACS de forma estrategica

3.2.6.1. discussão das ações

3.2.6.2. planejamento

3.2.6.3. definem as prioridades

3.2.7. encaminhamento para centros de referencia quando necessário

3.2.8. notificação das unidades sanitárias

3.2.9. controle de fatores ambientais

3.2.9.1. controle dos vetores

3.3. Agente de Vigilância epidemiológica

4. 4)

4.1. Territorialização

4.1.1. área de adstrição com lixão

4.1.1.1. a população precisa ser atendida

4.1.2. PNAB

4.1.2.1. as áreas de adstrição devem ser redistribuídas constantemente

4.1.2.1.1. ACS de licença

4.1.2.1.2. áreas que passam a ser habitadas

4.1.3. EACS

4.2. Risco e Vulnerabilidade

4.3. Demanda Espontânea

5. Epidemiologia

5.1. efeito nocivo no desenvolvimento da criança

5.2. altos custos para o sistema de saúde, principalmente nos imunocomprometidos

5.3. a parasitose mais prevalente no brasil é a giardiase

6. 2) Diarreia Aguda

6.1. ≥ 3 evacuações amolecidas dentro de 24 horas com duração de até 14 dias

6.1.1. Osmótica

6.1.1.1. solutos osmoticamente ativos não absorvidos carreiam a água para dentro da alça intestinal

6.1.1.2. melhora com jejum

6.1.1.3. fezes explosivas, gases, cólica, distensão abdominal

6.1.1.4. exemplo: rotavírus

6.1.1.5. eritema perianal

6.1.2. Secretora

6.1.2.1. aumento de secreção intestinal de água e eletrólitos, principalmente Cl- e HCO3-

6.1.2.2. liberação de toxinas bacterianas ou pela ação direta de patógenos

6.1.2.3. maior volume fecal

6.1.2.4. desidratação rápida

6.1.2.5. persiste com jejum

6.1.2.6. xenobióticos

6.1.2.7. doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn)

6.1.3. Invasiva/Inflamatória

6.1.3.1. lesão da célula epitelial do intestino pela liberação de citocinas

6.1.3.2. prejuizo de absorção de nutrientes

6.1.3.3. também pode haver um componente secretor

6.1.3.4. sangue e leucócitos nas fezes

6.1.3.5. persiste com jejum

6.1.3.6. disenteria

6.2. Transmissão

6.2.1. via fecal-oral

6.2.1.1. agentes etiológicos

6.2.1.1.1. bactérias

6.2.1.1.2. vírus

6.2.1.1.3. parasitas (protozoários)

6.2.1.1.4. Toxinas

6.3. Diagnóstico

6.3.1. Sinais e sintomas

6.3.1.1. duração da diarreia

6.3.1.2. febre

6.3.1.3. diurese

6.3.1.4. medicamento (antibiótico)

6.3.1.5. sede

6.3.1.6. viagem recente

6.3.1.7. número de evacuações

6.3.1.8. sinais de desnutrição e desidratação

6.3.1.8.1. sinal da prega

6.3.1.8.2. turgor

6.3.1.8.3. reserva salivar

6.3.1.8.4. reserva lacrimal

6.3.1.8.5. estado geral

6.3.1.9. vomitos/nauseas

6.3.1.9.1. precedente

6.3.1.9.2. posterior

6.3.1.10. doenças prévias

6.3.1.10.1. doenças inflamatórias intestinais

6.3.1.11. queixas de outros sistemas

6.3.1.11.1. otite

6.3.1.12. Olhos encovados

6.3.2. Hemograma

6.3.3. coprocultura

6.3.4. EPF

6.3.5. ELISA

6.3.5.1. pesquisa de rotavírus

6.3.6. pesquisa de sangue/leucócito nas fezes

6.3.7. gasometria

6.3.8. ureia/creatinina

6.4. Tratamento

6.4.1. PLANO A

6.4.1.1. SRO

6.4.1.1.1. <1ano

6.4.1.1.2. 1 a 10 anos

6.4.1.1.3. >10 anos

6.4.1.2. soro caseiro (na ausencia de SRO)

6.4.1.2.1. previne desidratação mas não trata

6.4.1.3. evitar liquidos com muito açúcar (água de coco, refrigerante etc)

6.4.2. PLANO B

6.4.2.1. SRO

6.4.2.1.1. copo ou colher

6.4.2.1.2. 4-6 horas são oferecidos cerca de 50 a 100 ml/kg

6.4.2.2. gastróclise

6.4.2.2.1. administrado SRO por sonda nasogástrica

6.4.3. PLANO C

6.4.3.1. reidratação endovenosa

6.4.3.1.1. perda de consciência

6.4.3.1.2. fase de expansão rápida

6.4.3.1.3. fase de manutenção e reposição

6.4.4. evitar antieméticos, antiespasmódicos

6.5. Complicaçoes

6.5.1. artrite reativa

6.5.2. Guilambarre

6.5.3. SHU

6.5.4. anemia

6.5.5. eritema nodoso (salmonella e campilobacter)

6.5.6. desidratação

6.5.6.1. distúrbios hidroeletrolíticos

6.5.6.2. choque hipovolêmico

6.5.7. sepse

6.6. Prevenção

6.6.1. vacinação

6.6.2. saneamento básico

6.6.3. educação em saúde

6.6.4. preparo de alimentos

6.6.5. aleitamento materno