1. Movimentos de placas
1.1. Compreensão de fenômenos como terremotos, vulcanismo, zonas de movimentação de crosta terrestre.
1.2. Deslocamento contínuo das placas a uma velocidade média de 2 a 3 cm por ano.
1.3. Movimentos Divergentes
1.3.1. Separação entre placas.
1.3.2. Construtivos, formação de nova crosta.
1.3.3. Exemplos:
1.3.3.1. Divergência Oceânica-Oceânica
1.3.3.1.1. Presença de Dorsal Meso-Oceânica, vulcanismo, terremotos, expansão do assoalho oceânico.
1.3.3.2. Divergência Continente-Continente
1.3.3.2.1. Presença de vales em rifte, vulcanismo, terremotos.
1.4. Movimento Convergente
1.4.1. Colisão frontal entre placas
1.4.2. Regiões de compressão e destruição de crosta
1.4.3. Tipos de Convergência
1.4.4. Tipos de Convergência
1.4.4.1. Oceano-Oceano: Subducção, formação de fossa oceânica, arco de ilhas vulcânicas.
1.4.4.2. Continente-Oceano: Formação de cinturão de montanhas, fossa oceânica, terremotos.
1.4.4.3. Continente-Continente: Obducção, formação de cordilheiras, tremores violentos.
1.4.5. Exemplos
1.4.5.1. Interação das Placas de Nazca e Sul-Americana, formando os Andes
1.4.5.2. Colisão continental resultando na formação do Himalaia.
1.5. Movimento Transformante
1.5.1. Deslizamentos tangenciais entre placas
1.5.2. Contato conservativo, sem criação ou destruição de litosfera.
1.5.3. Exemplos
1.5.3.1. Oceânico-Oceânico: Deslocamento das cordilheiras oceânicas, terremotos
1.5.3.2. Continental-Continental: Deformações ao longo do contato entre placas, terremotos
1.5.4. Regiões localizadas ao longo das dorsais meso-oceânicas
1.5.5. Exemplos
1.6. Agentes Endógenos
1.6.1. Dinâmicas da estrutura interna da Terra.
1.6.2. Responsáveis por terremotos, erupções vulcânicas, tsunamis
1.6.3. Criação e destruição da crosta terrestre de dentro para fora
2. Movimentos de placas
3. Estrutura Interna da Terra
3.1. Formação do planeta há 4,6 bilhões de anos por poeiras e gases
3.1.1. O modo da formação da terra possibilitou a formação de camadas
3.1.1.1. Divisão em crosta, manto e núcleo.
3.1.1.2. Nao foi possível explorar muito do interior do planeta
3.2. Representação da estrutura interna do planeta
3.2.1. A partir do estudo de ondas sísmicas, foi possível elaborar 2 modelos
3.2.1.1. Modelo estático (composição química das camadas)
3.2.1.1.1. Crosta (oceânica vs continental), manto (superior e interior), núcleo (interno e externo)
3.2.1.2. Modelo dinâmico (propriedades físicas das camadas)
3.2.1.2.1. Litosfera (camada rígida que inclui crosta e parte superior do manto), Astenosfera (camada dúctil abaixo da litosfera), Mesosfera (camada de rigidez extrema), Endosfera (núcleo externo e interno)
3.2.2. A partir do estudo de ondas sísmicas, foi possível elaborar 2 modelos
3.3. Métodos de investigação
3.3.1. Diretos: observação de rochas e fenômenos geológicos.
3.3.2. Indiretos: estudo de ondas sísmicas e dados do Sistema Solar.
3.3.2.1. Mais utilizados históricamente
3.3.3. Descontinuidade/modelos de compreensão
3.3.3.1. Identificação das descontinuidades: Mohorovicié, Wiechert-Gutenberg, Lehmann
3.3.3.2. ondas sísmicas para inferir estrutura interna.
3.4. Atuação do geólogo: levantamento geológico, análise de riscos, exploração de recursos, entre outros
3.4.1. a compreensão da estrutura interna da Terra para prever e mitigar impactos de fenômenos naturais
4. Deriva continental e pangeia
4.1. Ao observar os contornos continentais, é possível perceber uma similaridade entre costas como sul americana e a africana.
4.1.1. Conceito pangeia (supercontinente)
4.1.2. Abraham Ortelius e Francis Bacon: Observações iniciais
4.1.3. Benjamin Franklin: Analogia com uma concha
4.1.4. Alfred Lothar Wegener: Origem da Teoria da Deriva Continental (Evidências geomorfológicas, Evidências fósseis, Evidências climáticas)
4.1.5. Descrição geográfica ao longo do tempo geológico
4.1.5.1. Permiano: Formação da Pangeia
4.1.5.2. Triássico: Início da fragmentação
4.1.5.3. Jurássico: Movimento das placas e formação de falhas
4.1.5.4. Cretáceo: Deslocamento dos continentes
4.1.5.5. Era Cenozoica: Renovação do fundo oceânico
4.1.5.6. Atualidade: Configuração dos continentes hoje
4.1.6. Compreensão da dinâmica da estrutura interna da Terra através da Teoria da Deriva Continental e evidências da Pangeia.
5. Teoría das placas tectónicas
5.1. Expansão do assoalho oceânico: evidência da movimentação tectônica
5.1.1. Sonares desenvolvidos durante a Segunda Guerra Mundial.
5.1.2. Mapeamento dos fundos oceânicos.
5.1.3. Expedições para mapear o fundo oceânico e colher amostras rochosas.
5.1.4. Expansão do assoalho oceânico: teoria de Hess e Dietz.
5.1.5. Descrição dos limites de placa por J. Tuzo Wilson.
5.2. Observações: fendas, fossas, elevações montanhosas.
5.3. movimento divergente e a formação de um novo assoalho oceânico
5.3.1. Limites divergentes: formação do assoalho oceânico.
5.3.2. Fases da abertura de um oceano: arqueamento da crosta continental, rift valleys.
5.3.3. Separação de placas e formação de continentes divididos por oceanos.
5.3.4. Vulcanismo e formação de rochas basálticas.
5.3.5. Processo de formação da Dorsal Meso-Oceânica.