Área de Trabalho

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Área de Trabalho by Mind Map: Área de Trabalho

1. Local onde o usuário interage com os equipamentos terminais de telecomunicações. Esses equipamentos acessam sistemas por meio de conectores e tomadas.

2. Ponto de Consolidação x Muto

2.1. Muitas áreas de trabalho demandam de alterações no layout com frequência, para isso existem duas opções, o ponto de consolidação (CP) e a tomada de telecomunicações multiusuário (MUTO).

2.2. Sobre ponto de consolidação.

2.2.1. Existe somente um CP no enlace horizontal.

2.2.1.1. Cada cabo de 4 pares conectados no CP deve terminar em uma tomada de telecomunicação na área de trabalho.

2.2.1.1.1. Os CP não devem abrigar pontos cross-connect ou ativos de rede (switch, etc.).

2.3. Muto

2.3.1. É recomendado quando o layout da área de trabalho sofre alterações frequentes, já que esta técnica possibilita a instalação de um ponto intermediário no cabeamento horizontal.

3. Eletrodutos

3.1. Tubos em formato redondo que permitem a passagem de cabos e fios em instalações elétricas. Bastante utilizados em redes de transmissão de dados e de comunicação.

3.2. Recomendações

3.2.1. Comprimento máximo entre curvas ou caixas de passagem deve ser de 30 metros.

3.2.1.1. Evite lances com mais de duas curvas de 90° graus.

3.2.1.1.1. Os dutos devem acomodar todos os tipos de cabos de telecomunicação, como dados, imagens, etc.

4. Eletrocalhas

4.1. As eletrocalhas e leitos são estruturas para o suporte de cabos e podem estar localizados abaixo ou acima do forro, sob o piso elevado ou ainda instalado verticalmente.

4.2. Recomendações

4.2.1. Podem ser ventiladas ou não.

4.2.1.1. Se houver eletricidade entre os serviços compartilhados, colocar separação metálica aterrada entre eles.

4.2.1.1.1. Usar curvas especifica pré-fabricado, na dimensão das Eletrocalhas escolhidas, respeitando o raio de curvatura máximo dos cabos.

5. Cabos e Conectores

5.1. Na área de trabalho será utilizada a topologia padrão que é a estrela, cada tomada de telecomunicação tem que ser compatível com cabo UTP de 4 pares Cat5e ou superior estar localizada junto ao host e ligada por um cabo direto a um ponto de consolidação ou diretamente a central que fará a comunicação com a rede

5.2. RJ45

5.2.1. 8P8C é um conector modular usado em terminações de telecomunicação e popularmente denominado RJ45. Os conectores 8P8C são usados normalmente em cabo par trançado.

5.3. 568 A

5.3.1. T568A é um padrão de cabeamento, também conhecido como patch cable, que tem a seguinte sequência de cores: 1 Branco/verde 2 Verde 3 Branco/laranja 4 Azul 5 Branco/azul 6 Laranja 7 Branco/marrom 8 Marrom

5.4. 568 B

5.4.1. T568B é um padrão de cabeamento, que possui a seguinte sequência de cores: 1 Branco/laranja 2 Laranja 3 Branco/verde 4 Azul 5 Branco/azul 6 Verde 7 Branco/marrom 8 Marrom

6. Ponto de Acesso

6.1. Na era da internet, o surgimento do WI-FI (Wireless) foi uma revolução. Por muito tempo era somente possível interconectar computadores por meios de cabos, hoje a usabilidade por parte dos usuários é totalmente livre, sem barreiras e podem acessar e compartilhar dados em qualquer lugar do mundo, sem utilizar nenhum fio, através da rádio frequência. Esse tipo de rede pode ser utilizado em casa, empresas e locais públicos.

6.2. IEE 802.11

6.2.1. As tecnologias são baseadas no padrão IEEE 802.1, o padrão 802.11 estabelece normas para a criação e uso de redes sem fio. A transmissão e feita por sinais de radiofrequência, que se propagam pelo ar e podem cobrir áreas por centenas de metros.

6.3. SSID

6.3.1. O SSID nada mais é do que o nome dado a cada rede sem fio.

6.4. 802.11 Original

6.4.1. A primeira versão do padrão 802.11 foi lançada em 1997. Com o surgimento de novas versões, a original passou a ser conhecida como 802.11-1997 ou 802.11 legacy.

6.5. 802.11b

6.5.1. No ano de 1999 foi lançada uma atualização do padrão 802.11 que recebeu o nome 802.11b. A principal característica dele é a possibilidade de estabelecer conexões nas seguintes velocidades de transmissão: 1 Mb/s, 2 Mb/s, 5,5 Mb/s e 11 Mb/s.

6.6. 802.11a

6.6.1. O padrão 802.11a foi disponibilizado no final do ano de 1999, quase na mesma época que a versão 802.11b. Sua principal característica é a possibilidade de operar com taxas de transmissão de dados nos seguintes valores: 6 Mb/s, 9 Mb/s, 12 Mb/s, 18 Mb/s, 24 Mb/s, 36 Mb/s, 48 Mb/s e 54 Mb/s.

6.7. 802.11g

6.7.1. O padrão 802.11g surgiu no ano de 2003 e ganhou o título de sucessor da versão 802.11b, principalmente pela compatibilidade entre ambos, o que significa que um dispositivo que opera com 802.11g pode coexistir com outro que trabalha com 802.11b. O padrão 802.11g trabalha com taxas de transmissão de até 54 Mb/s.

6.8. 802.11n

6.8.1. O desenvolvimento da especificação 802.11n começou em 2004 e terminou em 2009. Sua principal característica é o uso de um esquema chamado Multiple-Input Multiple-Output (MIMO), que aumenta as taxas de transferência de dados através da combinação antenas. o padrão 802.11n é capaz de fazer transmissões na faixa de 300 Mb/s e pode atingir taxas de até 600 Mb/s. No modo de transmissão mais simples, com uma via de transmissão, o 802.11n pode chegar à casa dos 150 Mb/s.

6.9. 802.11ac

6.9.1. O sucessor do 802.11n é o padrão 802.11ac, cujas especificações foram desenvolvidas entre os anos de 2011 e 2013, tendo sua aprovação final de suas características pelo IEEE somente em 2015. A principal vantagem do 802.11ac está em sua velocidade, estimada em até 433 Mb/s no modo mais simples. Mas é possível fazer a rede superar a casa dos 6 Gb/s de maneira mais avançada através de múltiplas antenas – no máximo, oito.