teorias psicodinâmicas da personalidade

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teorias psicodinâmicas da personalidade by Mind Map: teorias psicodinâmicas da personalidade

1. A Psicologia Feminina de Horney é sua discordância de Freud sobre as mulheres. Ela achava que era a cultura e não a anatomia, a força importante que estava por trás da teoria da “inveja do pênis” postulada por Freud, as mulheres invejavam mais o poder e o privilégio que os seres humanos dotados de pênis tinham, do que o próprio pênis. Karen Horney também postulava que os homems tinham inveja do útero igualmente importante em virtude da qual se sentiam inferiores ante a capacidade de gerarem filhos.

1.1. existe uma semelhença nas fases psicossociais de Erickson e as psicossexuais de Freud, porém erickson é centrado no ego e freud no inconsciente

2. temos Freud e Jung com visões mais biológicas, porém jung discorda de Freud sobre a visão sexual da libido e na definição de insonciente onde freud via apenas o lado pessoal de conteudos reprimidos, mas jung defende a existência de um inconsciente individual e coletivo

3. FREUD

3.1. A personalidade é desenvolvida quando criança, tendo como motivadores primários os impulsos sexuais e agressivos, para freud as ações estão diretamente ligadas ao prazer e o desenvolvimento da personalidade é regido pela libido.

3.2. três componentes ( id, ego e super ego) compõem o modelo estrutural da personalidade que pode representar uma impulsividade, racionalidade e moralidade, respectivamente, de uma maneira que deve ser entendida como conceito.

3.2.1. id: seria o sistema original da personalidade, ligado às ações primárias e às pulsões inconscientes, ou seja, as satisfações e prazeres corporais.

3.2.2. ego: lado racional, que obedece aos princípios da realidade, controlando os impulsos do id.

3.2.3. superego: responsável pelos valores sociais e morais. É o superego que dá uma noção de certo e errado ao indivíduo.

4. JUNG

4.1. Jung postula que se formam dois grandes tipos de caracteres: o introvertido e o extrovertido. Cada um deles tem traços específicos, que os diferenciam do outro.

4.1.1. extrovertido:

4.1.1.1. Reflexo extrovertido Um indivíduo reflexivo extrovertido corresponde aos direitos cerebrais e objetivos, que atuam quase exclusivamente na base da razão. São pouco sensíveis e manipuladores com outros.

4.1.1.2. Sentimental extrovertido:Os sentimentais extrovertidos são empáticos e compreensivos, possuem facilidade de comunicação e relacionamento, forte poder de sedução e persuasão; no entanto, tendem a sofrer mais com rejeições.

4.1.1.3. Perceptivo extrovertido: Essa personalidade possui um lado místico, forte percepção e identificação com objetos. Indivíduos perceptivos extrovertidos são muito bons com detalhes e costumam colocar o seu prazer como prioridade.

4.1.1.4. Intuitivo extrovertido: As pessoas intuitivas extrovertidas são muito ativas e inquietas. Elas precisam de vários estímulos diferentes.

4.1.2. introvertido:

4.1.2.1. Reflexivo introvertido: As pessoas com essa mesma personalidade são identificadas pelo lado intelectual e um forte apego à filosofia. Embora sejam muito interessantes, tenham dificuldades de relacionamento e são bastante teimosas.

4.1.2.2. Sentimental introvertido: Geralmente são pessoas solitárias, possuem dificuldade de relacionamento, gostam de silêncio, são melancólicas, pouco sociáveis e fazem o possível para não chamar a atenção, mas são sensíveis às necessidades alheias.

4.1.2.3. Perceptivo introvertido:É um tipo de personalidade muito própria de músicos e artistas. As pessoas perceptivas introvertidas colocam uma ênfase especial nas experiências sensoriais: dar muito valor à cor, à forma, à textura, etc.

4.2. Intuitivo introvertido: É importante para os estímulos mais sutis. A personalidade intuitiva introvertida corresponde ao tipo de pessoas que quase “adivinham” ou que os outros pensam, sentem ou se têm a fazer. São criativas, sonhadoras e idealistas.

5. ADLER

5.1. Finalismo de ficção – Adler descobriu a idéia de que o homem é motivado mais pelas expectativas do futuro do que por suas experiências do passado. Esses objetivos de ficção eram, para Adler, a causa subjetiva dos acontecimentos psicológicos.

5.2. Adler manifesta uma preocupação biológica, tanto quanto Freud e Jung. Freud enfatiza o sexo, Jung os padrões primitivos de pensamento e Adler o interesse social. Adler cria alguns conceitos muito importantes para a psicologia da personalidade:

5.2.1. Self – corresponde a um sistema altamente personalizado e subjetivo que interpreta e tornam significativas as experiências do organismo. É criador, unitário, consistente e soberano na estrutura da personalidade.

5.2.2. Estilo de vida – corresponde ao princípio do sistema pelo qual a personalidade funciona; é o todo que comanda as partes. É o princípio que explica a singularidade da pessoa. Cada pessoa tem um estilo de vida e não há dois iguais.

5.2.3. Luta pela superioridade - ser superior ao homem na sua luta contra os obstáculos: ser agressivo, poderoso superior.

5.2.4. Inferioridade e compensação – há a inferioridade orgânica, pois, para Adler, cada região do corpo apresenta uma inferioridade básica, inferioridade essa que existe em virtude de herança ou de alguma anomalia do desenvolvimento.

5.2.5. Interesse social - corresponde à verdade e inevitável pelo natural fraqueza dos humanos. É quando a luta pela superioridade torna-se socializada.

5.3. para ele os sonhos estão relacionados a uma tematica atual não manifestação dos desejos inconscientes como freud defende

6. HORNEY

6.1. Auto-imagem idealizada

6.1.1. Self Real - para as pessoas normais, auto-imagem é um retrato idealizado da pessoa com base numa avaliação rápida e realista das suas habilidades. ( na neurose o eu real é abandonado). Self Ideal - para as pessoas neuróticas, auto imagem se encontra na auto-avaliação inflexível e fantasiosa. (o neurótico pensa que “se for bom e gentil, talvez seja amado” )

6.1.2. A principal estratégia de ajuste de neuroconsistência em afastar-se é real e adotar um eu idealizado.

6.2. Tendências neuroticas

6.2.1. A desligue as emoções de outras pessoas e mantenha uma distância emocional.

6.2.2. A personalidade submissa- necessidade intensa e continua de afeto e aprovação, um anseio de ser amado, desejado e protegido.

6.2.3. A capacidade agressiva de controlar e dominar os outros.

7. ERICKSON

7.1. Para Erikson, a formação da mídia nos primeiros quatro estágios e o sentido desta questão na adolescência, evoluindo e influenciando os três últimos estágios para o desenvolvimento continha aspectos de cunho biológico, individual e social.

7.2. Erikson propôs uma concepção de desenvolvimento humano em 8 fases (ou estágios) psicossociais, perspectivados, por sua vez, em oito idades que decorrem do nascimento até a morte, pertencendo as quatro primeiras ao período de bebê e de infância, e as três últimas aos anos adultos e à velhice. Cada estágio é atravessado por uma crise psicossocial, sendo uma vertente positiva e uma negativa.

7.2.1. 1. Confiança X Desconfiança (até um ano de idade)

7.2.2. 2. Autonomia X Vergonha e Dúvida (segundo e terceiro ano)

7.2.3. 3. Iniciativa X Culpa (quarto e quinto ano)

7.2.4. 4. Construtividade X Inferioridade (dos 6 aos 11 anos)

7.2.5. 5. Identidade X Confusão de Papéis (dos 12 aos 18 anos)

7.2.6. 6. Intimidade X Isolamento (jovem adulto)

7.2.7. 7. Produtividade X Estagnação

7.2.8. 8. Integridade X Desesperança (velhice

8. Hornery, Erickson e Adler seguem a linha social