Ácidos e bases

Get Started. It's Free
or sign up with your email address
Ácidos e bases by Mind Map: Ácidos e bases

1. A teoria ácido-base de Bronsted-Lowry ou terioria protônica foi criada de forma independente pelos químicos Johannes Bronsted e Thomas Lowry, em 1923, baseia-se na transferência de prótons, que é o íon hidrogênio H+(aq), entre ácidos e bases.

1.1. Ácido é toda espécie química capaz de doar um próton (H+(aq)).

1.2. Base é toda espécie química capaz de receber um próton (H+(aq)).

1.3. Para uma substância atuar como ácido de Bronsted, ela precisa estar na presença de uma base de Bronsted.

2. São as substâncias mais comuns usadas em laboratórios e estão envolvidas em importantes processos biológicos e em sínteses essenciais para a manutenção da vida.

2.1. As reações envolvendo esses compostos exibem um padrão similar.

2.2. As teorias ácido-base desenvolveram-se no final do século XIX e início do século XX

3. A teoria ácido-base de Arrhenius foi a primeira teoria sobre o assunto a ser criada, em 1887, e foi desenvolvida pelo sueco Svante Arrhenius. Baseava-se no comportamento de ácidos e bases em água, formando soluções aquosas. Ele observou que determinadas substâncias, quando colocadas em contato com a água, liberavam íons que tornavam a solução eletrolítica.

3.1. Arrhenius concluiu que um ácido é toda substância que, em meio aquoso, sofre ionização, liberando como único cátion o hidrogênio, H+(aq).

4. A teoria ácido-base de Lewis foi criada em 1923 pelo físico-químico Gilbert Newton Lewis. Essa teoria aborda o conceito de ácidos e bases a partir da doação ou recebimento de pares eletrônicos.

4.1. -Ácido de Lewis: é toda espécie química capaz de receber um par de elétrons. -Base de Lewis: é toda espécie química capaz de doar um par de elétrons. -A amônia é a base de Lewis, e o fluoreto de boro é o ácido.

5. Bases: são compostos inorgânicos que, em meio aquoso, liberam como único ânion o hidróxido (OH-), e seus cátions variam, sendo, geralmente, metais.

5.1. A nomenclatura desses compostos baseia-se nessa sua formação, em que sempre se escreve primeiro “hidróxido de” seguido do nome do cátion.

5.1.1. Caso o cátion apresente mais de uma eletrovalência, a nomenclatura pode ocorrer de duas formas: podemos adicionar o algarismo romano que corresponde ao número de carga ou podemos utilizar o sufixo “oso” para o cátion de menor carga e o sufixo “ico” para o de maior carga.

6. A ionização dos ácidos é um fenômeno químico estudado e desvendado por Arrhenius. Nesse processo, ocorre a produção de um cátion e um ânion sempre que um ácido entra em contato com a água.

6.1. Na ionização dos ácidos, os reagentes são sempre o ácido e a água, e os produtos são o cátion hidrônio (H+) e um ânion qualquer (X-), como o exemplo: HX+H2O = H+ + X-

6.2. O grau de ionização é a medida utilizada para indicar a porcentagem da quantidade de íons produzidos quando o ácido está dissolvido em água. Para indicar o grau de ionização dos ácidos utilizamos a expressão: a= número de partículas ionizadas/número de partículas adicionadas.

7. Podemos afirmar o quanto o átomo ioniza tendo como base sua forma molecular. Mas, para isso, precisamos seguir alguns critérios:

7.1. -Para hidrácidos: ionizam muito: HCI, HBr e HI; Ionizam moderadamente: HF; Ionizam pouco: qualquer outro hidrácido.

7.2. -Para oxiácidos: para classificar esses ácidos devemos subtrair o número de oxigênios pelo número de hidrogênios ionizáveis presentes em sua estrutura, classificando os resultados em: forte (quando a subtração resultar em um número maior ou igual a 2); moderado (quando a subtração resultar em 1) e fraco (quando a subtração resultar em 0).