Farmacologia no Envelhecimento

Get Started. It's Free
or sign up with your email address
Farmacologia no Envelhecimento by Mind Map: Farmacologia no Envelhecimento

1. Farmacocinética

1.1. Absorção

1.1.1. Diminuição da absorção de fármacos que são absorvidos sublingualmente

1.1.1.1. Menor absorção de fármacos sublinguais

1.1.2. Diminuição da secreção ácida, do esvaziamento gástrico e do aporte sanguíneo gástrico.

1.1.2.1. Menor absorção de fármacos para pH ácido ou atraso na dissolução de formas orais

1.1.3. Atrofia epitelial e atraso na motilidade do intestino delgado

1.1.3.1. Menor área de absorção intestinal = menor capacidade de absorção

1.1.4. Atrofia cutânea e menor aporte sanguíneo

1.1.4.1. Absorção errada de medicamentos transdérmicos

1.2. Distribuição

1.2.1. Concentrações de proteínas plasmáticas

1.2.1.1. Albumina reduzida em idosos hepatopatas e renais crônicos

1.2.1.1.1. Aumenta fração livre dos fármacos e risco de toxicidade

1.2.2. Volume de distribuição

1.2.2.1. Idosos são mais desidratados

1.2.2.1.1. Medicamentos lipossolúveis se distribuem mais e têm maior meia vida

1.2.2.1.2. Os hidrossolúveis têm menor distribuição e a dose para alcance plasmático é alterada

1.3. Metabolismo

1.3.1. Hepático

1.3.1.1. Distúrbios no tamanho do fígado, funcionamento dos citocromos e fluxo sanguíneo

1.3.1.1.1. Aumento da meia-vida das drogas metabolizadas no fígado

1.3.2. Oxidativo

1.3.2.1. Efeitos de passsagem e de ativação de pró-fármacos

1.3.2.1.1. Níveis plasmáticos do fármaco reduzidos

1.4. Excreção

1.4.1. Taxa de filtração glomerular reduzida

1.4.1.1. Menor eliminação de fármacos

1.4.1.2. Maior meia-vida e nível sérico de fármacos polares

2. Farmacodinâmica

2.1. Receptores fisiológicos alterados na densidade, afinidade e mecanismo de ligação

2.1.1. α e β adrenérgicos

2.1.2. Muscarínicos da acetilcolina

2.1.3. Receptores GABA

2.2. Respostas dos fármacos alteradas na sensibilidade e velocidade das respostas

3. Atenção

3.1. É imprescindível adaptar a dose, dosagem, posologia e forma farmacêutica do medicamento para esses pacientes.

3.2. O uso de vários fármacos, a polifarmárcia, pode prejudicar a saúde do idoso

3.2.1. Aumento nos custos de saúde para o paciente e para o sistema de saúde

3.2.2. Aumento da taxa de eventos adversos da medicação

3.2.3. Maior interação entre droga-droga

3.2.4. Diminuição da capacidade funcional

3.2.5. Múltiplas síndromes geriátricas e hospitalização

3.3. Iatrofarmacogenia

3.3.1. Idosos são responsáveis por 25% das admissões hospitalares por reações adversas a medicamentos

3.3.1.1. Ex.: AINEs, betabloqueadores, IECA, diuréticos, digoxina, antilipidêmicos, depressores do SNC, fenitoína, carbamazepina, cimetidina e omeprazol

3.3.1.2. Efeitos: confusão mental, quedas, hipotensão postural, incontinência urinária, retenção urinária e intestinal, tremores, rigidez e lentificação dos movimentos, insônia etc.

4. Cuidados na prescrição

4.1. Nitroglicerina e Olanzapina

4.1.1. Menor absorção SL por redução salivar

4.2. Ácido acetilsalicílico

4.2.1. Menor absorção por alterações gástricas fisiológicas

4.3. Levodopa e Penicilinas

4.3.1. Absorção alterada devido motilidade do TGI alterada

4.4. Fenitoína

4.4.1. Riscos de intoxicação devido maiores frações livres

4.5. Digoxina e Gentamicina

4.5.1. Menor volume de distribuição

4.6. Benzodiazepínicos

4.6.1. Maior volume de distribuição e maior meia vida

4.7. Quinidinas

4.7.1. Maior meia-vida devido no metabolismo oxidativo hepático

4.8. Amiodarona

4.8.1. Metabolismo enzimático lento

4.9. Fluoxetina

4.9.1. Rápido metabolismo enzimático

4.10. Propranolol

4.10.1. Maior biodisponibilidade

4.11. Enalapril

4.11.1. Menor ativação de pró-fármaco

4.12. Adrenalina e noradrenalina

4.12.1. Miocárdio menos sensível a sua ação