ONCOLOGIA GERIÁTRICA: CONCEITOS, TENDÊNCIAS E DESAFIOS

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ONCOLOGIA GERIÁTRICA: CONCEITOS, TENDÊNCIAS E DESAFIOS by Mind Map: ONCOLOGIA GERIÁTRICA: CONCEITOS, TENDÊNCIAS E DESAFIOS

1. PAPEL DA FISIOTERAPIA EM IDOSOS COM CÂNCER TERMINAL

1.1. Principais sintomas sobre os quais a fisioterapia pode tratar

1.1.1. Fadiga, dispnéia, déficit de locomoção, perda da funcionalidade, ansiedade, espasmo muscular, dor, fraqueza, acúmulo de secreção, úlcera de pressão, perda do equilíbrio, contratura, constipação intestinal, depressão, edema.

1.2. Condutas fisioterápicas

1.2.1. Massagem, movimentação passiva, ativo- assistida e ativa, posicionamento, transferência, mudança de decúbito, infravermelho, estimulação elétrica transcutânea, compressão e elevação, vibrocompressão, drenagem postural, respiração diafragmática, estímulo à tosse, aspiração, prescrição de auxílio para marcha, treino de deambulação.

1.3. Papel importante da fisioterapia

1.3.1. Promove controle dos sintomas, maximiza as habilidades funcionais remanescentes, promove educação e orientação aos cuidadores, mantém a autonomia dos pacientes, seu senso de identidade em meio a ambientes às vezes inóspitos e propicia e incentiva uma convivência maior com a família e os amigos queridos.

2. EPIDEMIOLOGIA DO CÂNCER EM IDOSOS

2.1. Estima-se que, em 2020, 70% das neoplasias ocorram em indivíduos com idade superior a 65 anos.

3. AVALIAÇÃO GERIÁTRICA AMPLA NO IDOSO COM CÂNCER

3.1. AGA

3.1.1. Status funcional, equilíbrio e mobilidade, função cognitiva, deficiências sensoriais, condições emocionais, adequação de suporte familiar, social, ambiental, riscos nutricionais e interações medicamentosas.

3.1.2. Através dessa avaliação é possível identificar indivíduos frágeis que não toleram um tratamento oncológico ou verificar fatores de riscos reversíveis, que por meio de intervenções, permitam que o paciente siga com seu tratamento.

3.1.3. Uma avaliação clinica inicial é indispensável na orientação da conduta em idosos oncologicamente enfermos.

4. COMORBIDADES NOS IDOSOS COM CÂNCER

4.1. Problemas geriátricos mais encontrados na avaliação do idoso com câncer.

4.1.1. Comorbidades, dependência para realizar atividades de vida diária, desnutrição ou risco nutricional, deficiência cognitiva, depressão.

4.2. Dentre as comorbidades, as mais vistas no idoso oncológico são: cardiopatias, pneumopatias e diabetes.

5. RADIOTERAPIA

5.1. Os avanços nas suas técnicas reduziram significativamente os efeitos colaterais, tornando- a mais segura para o tratamento de pacientes idosos, em especial naqueles com bom estado funcional, nos quais se obtêm respostas terapêuticas semelhantes aos mais jovens.

6. CONCEITO

6.1. O envelhecimento populacional constitui um dos maiores desafios para a saúde pública.

6.2. Exige qualidade aos anos adicionais de vida, como: manutenção da capacidade funcional, necessidade de autonomia, prevenção, cuidado e atenção integral à saúde.

7. MAIS INCIDENTES

7.1. Câncer de pulmão, de mama, de cólon, de reto, de estômago, de fígado, de próstata, de pele, do colo do útero

8. FATORES DO ENVELHECIMENTO QUE LIMITAM A TERAPÊUTICA

8.1. Diminuição da superfície absortiva do intestino, da circulação sanguínea esplânica, da motilidade e secreção gástricas, diminuição das proteínas corporais totais, da albumina e do volume de distribuição, que o casionam aumento da concentração sérica das medicações hidrosolúveis.

8.2. A menor reserva hematopoiética no idoso facilita, ainda, a ocorrência de mielossupressão, aumentando os riscos de neutropenia e maior probabilidade de infecções, bem como anemia e plaquetopenia, com diminuição do estado funcional e maior chance de ocorrência de sangramentos, respectivamente.

9. QUIMIOTERAPIA

9.1. Efeitos colaterais relacionados a quimioterapia inclui mielossupressão, mucosite, cardiotoxicidade e neurotoxicidades central e periférica.