SANEAMENTO
by Jose Luis
1. TRATAMENTO DA ÁGUA
1.1. A água não pode ser encontrada em condições de qualidade (potável) na natureza. Por isso, para consumo humano é necessário que ela esteja livre de microrganismos e contaminantes orgânicos e inorgânicos, com sabor e aspectos agradáveis para ser consumida. No Brasil, o tratamento é de responsabilidade das Concessionárias de Água, que possuem Estações de Tratamento de Água responsáveis por torná-la potável.
2. SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO
2.1. o esgotamento sanitário é “constituído pelas atividades, infraestruturas e instalações operacionais de coleta, transporte, tratamento e disposição final adequados dos esgotos sanitários, desde as ligações prediais até o seu lançamento final no meio ambiente”
3. TRATAMENTO DOS ESGOTOS
3.1. A etapa de tratamento de esgoto, que acontece na ETE (Estação de Tratamento de Esgotos) de um sistema de esgotamento sanitário, deve garantir que o efluente final, que será lançado em um corpo hídrico receptor, seja lançado dentro dos padrões estabelecidos pela legislação (Resolução CONAMA 357/2005 e 430/2011), e, assim, as escolhas certas dos processos a serem utilizados irão proporcionar o alcance desse resultado.
4. DRENAGEM URBANA E MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS
4.1. A drenagem e o manejo de águas pluviais urbanas (DMAPU) englobam as atividades e infraestruturas que gerenciam as águas da chuva nas cidades, visando minimizar enchentes, deslizamentos e poluição. O sistema coleta, transporta e, por vezes, trata a água, utilizando desde galerias e bueiros (microsistemia) a grandes canais e reservatórios (macrossistemas).
5. SISTEMA DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS
5.1. Um sistema de drenagem de águas pluviais é um conjunto de estruturas projetadas para coletar, transportar e descartar a água da chuva, principalmente em áreas urbanas, para prevenir inundações, erosões e enchentes, e para evitar a proliferação de doenças. Os componentes típicos incluem calhas, sarjetas, bocas de lobo (bueiros), galerias e reservatórios, que direcionam a água para rios ou córregos.
6. GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
6.1. O gerenciamento de resíduos sólidos é um conjunto de ações que abrange a coleta, transporte, tratamento e destinação final ambientalmente adequada de resíduos sólidos, com o objetivo de minimizar impactos ambientais e maximizar o reaproveitamento e a reciclagem de materiais.
7. SANEAMENTO BÁSICO: IMPORTÂNCIA
7.1. garante saúde e qualidade de vida ao prevenir doenças transmitidas pela água e pelo lixo, além de proteger o meio ambiente ao evitar a poluição de rios e lençóis freáticos.
8. SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL
8.1. O saneamento básico no Brasil, composto por água potável, esgoto, resíduos sólidos e drenagem, ainda é um grande desafio, com mais de 100 milhões de pessoas sem acesso à rede de esgoto e um desafio para o tratamento da água e lixo. O país busca a universalização até 2033, com metas de 99% para água tratada e 90% para esgoto, impulsionado pelo Novo Marco Legal do Saneamento.
9. SANEAMENTO BÁSICO E SAÚDE
9.1. Saneamento básico é fundamental para a saúde pública, pois o acesso à água potável e o tratamento adequado de esgoto e lixo previnem doenças de veiculação hídrica e vetorial, como diarreias, cólera, dengue, malária, febre amarela, entre outras. A falta desses serviços leva a um aumento de mortes e internações, impactando negativamente a qualidade de vida, a produtividade, a educação e os custos com saúde.
10. RECURSO ÁGUA
10.1. A água é essencial para a manutenção da vida do ser humano, o que faz dela o recurso natural mais importante do planeta Terra, que aos poucos vem se tornando um bem de alto valor social e econômico (AITH & ROTHBARTH, 2015). A molécula de água é constituída por dois átomos de hidrogênio (H) e um de oxigênio (O), formando um ângulo de 105º, cuja fórmula química é dada por H2O.
11. SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
11.1. O sistema de abastecimento de água é responsável por fornecer uma água em condições de qualidade potável para a população. Ele constitui um importante investimento em saúde pública, uma vez que reduz a incidência de doenças e a mortalidade infantil e aumenta a expectativa de vida, promove hábitos higiênicos, facilita o combate a incêndios e proporciona maior progresso para as comunidades, entre outras vantagens.
12. RESÍDUOS SÓLIDOS
12.1. Resíduos sólidos, ou lixo, são materiais ou substâncias descartadas que resultam de atividades humanas e da natureza, podendo ser sólidos, semi-sólidos, líquidos ou até gases em recipientes. Classificados pela origem (domiciliar, industrial, de serviços de saúde, etc.) ou periculosidade (inflamável, tóxico), eles devem ser destinados de forma ambientalmente correta, buscando reutilização, reciclagem, compostagem, ou recuperação energética, evitando a poluição e problemas de saúde pública.
13. SANEAMENTO BÁSICO RURAL: ABASTECIMENTO DE ÁGUA
13.1. Sistemas individuais são principalmente adotados nas comunidades tradicionais e no meio rural. E são constituídos de captação, tratamento, reservação e distribuição. A captação da água pode se dar em nascentes a partir da retirada da água por meio de bomba elétrica ou mecânica, nos casos em que ela não segue, pela ação da gravidade, até o ponto de consumo.