Laboratório de Ensino da Matemática (LEM) Por Sérgio Lorenzato

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Laboratório de Ensino da Matemática (LEM) Por Sérgio Lorenzato by Mind Map: Laboratório de Ensino da Matemática (LEM) Por Sérgio Lorenzato

1. Concepções da Educação e da Educação Matemática

1.1. Concepções a respeito de sociedade, educação e aula

1.1.1. Aprendizagem

1.1.1.1. Repetição e memorização

1.1.1.1.1. Nessa concepção, o aluno era visto como um receptor passivo de informações, e o objetivo era simplesmente memorizar e repetir o que foi ensinado. Isso era muitas vezes medido por meio de exames e provas, que avaliavam a capacidade do aluno de reproduzir as informações.

1.1.1.2. Significado e compreensão

1.1.1.2.1. Enfatiza a importância de ir além da simples memorização e conectar o aprendizado com a experiência pessoal. É um convite para que os alunos se envolvam profundamente com o que estão aprendendo e transformem isso em uma experiência de vida.

1.1.1.3. Níveis

1.1.1.3.1. Os diferentes níveis de aprendizagem matemática incluem reconhecimento, compreensão, aplicação, análise e síntese. Cada nível representa uma etapa distinta no processo de aprendizagem, desde o reconhecimento de conceitos básicos até a criação de novos conhecimentos matemáticos. Esses níveis não são mutuamente exclusivos e podem se sobrepor, variando de acordo com o contexto e o conteúdo matemático específico.

2. Precursor

2.1. Malba Tahan e BNCC

2.1.1. Publicações

2.1.1.1. 120 livros, 18 jornais e 8 revistas.

2.1.1.2. Didática da Matemática

2.1.1.2.1. É uma obra que aborda teorias e práticas do ensino da matemática, discutindo objetivos, desafios, abordagens e métodos de ensino. O livro também explora questões práticas, como organização do ensino, avaliação e formação contínua de professores, sendo uma referência para professores, estudantes e profissionais da educação matemática.

2.1.2. O Homem que Calculava

2.1.2.1. Editado em 20 países e traduzido em 17 línguas

2.1.2.2. Conta a história de Beremiz Samir, um matemático persa que resolve problemas complexos de matemática de forma criativa e inteligente. Através de suas aventuras, Beremiz aplica conceitos matemáticos para resolver desafios do cotidiano, demonstrando a beleza e a utilidade da matemática.

2.2. Combatia:

2.2.1. Contas com números astronômicos, divisibilidade por 07, 13, 17, 23, 91,..., expressões aritméticas (carroções), raiz cúbica de um número ou polinômio, regra para extrair uma raiz quadrada, demonstrações complicadas, relações métricas no quadrilátero, equação biquadrada, potenciação de polinômios, cálculo com radicais e a identidade trigonométrica

2.3. Como ele combatia

2.3.1. Malba Tahan combatia o que ele considerava ser uma abordagem errada e confusa do ensino da matemática, utilizando uma linguagem crítica e irônica. O autor acreditava que muitas pessoas esgatanhavam a Matemática para confundir o aluno e chamava. Ele acreditava que a matemática deveria ser ensinada de forma clara, lógica e intuitiva, e não de forma confusa e arbitrária. Para isso, utilizava histórias, anedotas e exemplos práticos para ilustrar conceitos matemáticos e torná-los mais acessíveis e compreensíveis. Ele também criticava a abordagem tradicional do ensino da matemática, que considerava ser baseada em fórmulas e procedimentos memorizados, em vez de uma compreensão profunda dos conceitos matemáticos.

3. Materiais Didáticos que podem ser incorporMateriaisados no Laboratório

3.1. Alguns materiais didáticos que podem ser usados para a educação matemática no laboratório incluem: materiais manipuláveis, como blocos, cubos, pirâmides, jogos matemáticos, como xadrez, damas, recursos tecnológicos, como computadores, tablets, softwares educacionais, materiais de arte e criatividade, como papel, lápis, canetas, recursos de resolução de problemas, como quebra-cabeças, labirintos, materiais de medida e geometria, como régua, compasso, esquadro, etc. Esses materiais podem ser usados para desenvolver habilidades matemáticas, como resolução de problemas, raciocínio lógico, geometria, medida, etc. Além disso, eles podem ajudar a tornar o ensino da matemática mais interativo e divertido

4. Diferentes concepções das pessoas sobre o LEM

4.1. Local de de depósito

4.1.1. Muitas pessoas têm uma visão errada do LEM, ou seja, acham que é apenas um local para armazenar materiais e realizar atividades mecânicas, sem promover uma compreensão profunda dos conceitos matemáticos.

4.2. Local de aulas

4.2.1. Nessa perspectiva, o LEM é visto como um local essencial para a realização das aulas de matemática. É visto como um espaço onde os alunos podem aprender e praticar conceitos matemáticos de forma prática e interativa.

4.3. Conjunto de atividades de aprendizagem

4.3.1. O LEM visto como um conjunto de atividades de aprendizagem que são planejadas e direcionadas para que o aluno aprenda. Essas atividades podem ser presenciais ou online, e têm como objetivo promover a aprendizagem significativa da matemática.

5. Professor

5.1. Existem três diferentes tipos de professor

5.1.1. Professor que propicia a aprendizagem com compreensão

5.1.1.1. É o professor que não apenas transmite informações, mas também inspira e transforma os alunos. Ele é capaz de fazer com que os alunos se envolvam emocionalmente com o assunto e sejam capazes de aplicar o que aprenderam em suas vidas.

5.1.2. Professor que gosta de mostrar resultado

5.1.2.1. É aquele que se concentra em mostrar resultados, em fazer com que os alunos obtenham notas altas, em cumprir com os objetivos da disciplina, mas não necessariamente se preocupa se os alunos estão realmente aprendendo ou não.

5.1.3. Professor Relutante

5.1.3.1. É aquele que não tem paixão pela profissão, não tem interesse em ensinar e não se esforça para melhorar a aprendizagem dos alunos. Ele pode estar no lugar errado, não saber o que está fazendo e não ter motivação para mudar. Esse tipo de professor pode causar danos à aprendizagem dos alunos e à própria profissão de ensino.