Lesões pigmentadas da pele

Bibliografia = PROACI 9 - Dr. Paulo Roberto Leal e Dra. Bianca Ohana

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Lesões pigmentadas da pele by Mind Map: Lesões pigmentadas da pele

1. Não melanomas

1.1. Carcinoma basocelular

1.1.1. 60% dos tumores cutâneos primários

1.1.2. Frequentes em áreas expostas ao sol

1.1.3. Tipos histológicos

1.1.3.1. Nodular

1.1.3.2. Superficial

1.1.3.3. Micronodular

1.1.3.4. Infiltrante

1.1.3.5. Esclerosante

1.1.4. Subtipos histológicos

1.1.4.1. Nodular

1.1.4.2. Cistico

1.1.4.3. Pigmentado

1.1.4.4. Superficial

1.1.4.5. Esclerosante

1.1.4.6. Infiltrante

1.1.4.7. Morfeiforme

1.1.5. Tratamento

1.1.5.1. Curetagem

1.1.5.2. Ressecção com margem e profundidade livres - 2 a 10 mm

1.1.5.3. Eletrocoagulação

1.1.5.4. 5-fluoracil

1.1.5.5. Radioterapia

1.1.5.6. Criocirurgia

1.1.5.7. Cirurgia micrografica de Mohs

1.1.5.8. Terapia fotodinamica

1.1.5.8.1. Doença de Bowen - carcinoma in situ

1.2. Lesões tipicamente pigmentadas

1.2.1. Nevo displasico

1.2.1.1. Excisão cirurgica plena

1.2.2. Nevo congenito

1.2.3. Nevo azul

1.2.4. Nevo intradermico

1.2.5. Nevo composto

1.2.6. Nevo juncional

1.3. Xeroderma pigmentoso

1.3.1. Origem genética autossomica recessiva

1.4. Carcinoma de células escamosas ou epidermóide

1.4.1. Agentes etiológicos

1.4.1.1. Drogas imunossupressoras

1.4.1.2. Agentes químicos - arsenico

1.4.1.3. Tabaco

1.4.1.4. Fatores irritativos

1.4.1.5. Raios X

1.4.1.6. Radiação UVB

2. Melanomas

2.1. Formas

2.1.1. Planas

2.1.2. Nodulares

2.1.3. Visivelmente escuras

2.1.4. Eritrematosas

2.1.5. Hemorrágicas

2.2. Diagnostico = ABCD

2.2.1. Assimetria

2.2.2. Bordas Irregulares

2.2.3. Cor modificada da derme

2.2.4. Diâmetro > 6mm

2.3. Classificação clinica

2.3.1. Estádio I = Melanoma limitado ao tumor

2.3.2. Estádio II = Invasão linfática

2.3.3. Estádio III - Metástases a distancia

2.4. Classificação morfológica

2.4.1. Superficial

2.4.1.1. 50% dos casos

2.4.2. Nodular

2.4.2.1. Crescimento vertical

2.4.3. Lentigo maligno

2.4.3.1. Crescimento horizontal

2.4.3.2. Melhor prognóstico

2.4.4. Acral

2.4.4.1. Palmar, plantar, subungueal e espaços interdigitais

2.4.4.2. Pior prognóstico

2.4.5. Não pigmentada

2.4.5.1. Semelhante a cicatriz hipertrófica

2.4.5.2. Raros < 2%

2.5. Classificação histológica

2.5.1. Nível I = In situ

2.5.2. Nível II = Inicio de invasão da derma

2.5.3. Nível III = Invasão da derma ate a interface papilorreticular

2.5.4. Nível IV = Invasão da derma reticular

2.5.5. Nível V = Invasão do tecido adiposo

2.5.6. Breslow baseado na espessura

2.6. Linfonodo sentinela

2.6.1. Menor mortalidade se livre de doença

2.7. Cirurgia

2.7.1. Lesões suspeitas = excisão ampla > 5 cm

2.7.2. Lesões in situ - excisão simples

2.7.3. Pequena invasão dérmica = excisão < 1mm

2.7.4. Cabeça e pescoço = dissecção do linfonodo sentinela

2.7.5. Extremidades

2.7.5.1. Lesões digitais = amputação interfalangeana

2.7.5.2. Dorso da mão = enxertia após excisão

2.7.5.3. Melanoma subungueal = pior prognóstico

2.7.5.4. Pés = muito agressivos - excisões radicais

2.7.5.5. Tronco = excisões mais amplas e planejadas

2.7.5.6. Linfadenectomia regional completa e em tempo único com a ressecção do tumor

2.8. Recidivas

2.8.1. Relacionadas com a espessura dos tumores

2.8.2. Recorrência com 18 a 24 meses

2.8.3. Recidivas locais = ampliação das excisões

2.8.4. Metástases = QT (dacarbazina, cisplatina ou carboplatina

2.8.5. Metastases vicerais

2.8.5.1. Pequena e única = ressecção

2.8.5.2. Múltiplas = QT

2.9. Vigilância

2.9.1. Estagio I = exame fisico de 6/6 meses por 2 anos

2.9.2. Estágios mais avançados de 3/3 meses por 3 anos

2.9.2.1. Após este período de 6/6 meses

3. Diagnostico

3.1. Avaliação histopatológica

3.2. Exame físico

3.3. Inspeção