Modelo Integrado de Valoração Econômica de Serviços Ambientais Marinhos para Unidades de Conservação

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Modelo Integrado de Valoração Econômica de Serviços Ambientais Marinhos para Unidades de Conservação by Mind Map: Modelo Integrado de Valoração Econômica de Serviços Ambientais Marinhos para Unidades de Conservação

1. Área de Estudo

1.1. Reserva Biológica Marinha do Arvoredo/SC

2. Problema:

2.1. Os ecossistemas costeiros fornecem uma valiosa gama de bens e serviços para pessoas e economias que contribuem direta e indiretamente para o bem-estar humano. Há uma vasta gama de instrumentos políticos e de gestão disponíveis para reduzir as pressões sobre os ecossistemas costeiros e promover a sua utilização sustentável. Os decisores contam com muitos tipos de informações e análises para identificar questões de preocupação e escolher entre cursos de ação alternativos. Balancear a conservação e o desenvolvimento exige que os tomadores de decisão considerem todos esses fatores na determinação que projetam seguir, quais políticas decretar e fazer cumprir, e investimentos a fazer.

3. Perguntas de Pesquisa:

3.1. Como a avaliação econômica de serviços ambientais pode contribuir positivamente para decisões dos recursos naturais?

3.2. Quais as formas de identificar e dimensionar oportunidades de conservação e uso sustentável dos recursos costeiros?

3.3. Como integrar a economia ecológica nas decisões dos gestores de forma holística?

3.4. É possível verificar como a avaliação econômica de serviços ambientais pode contribuir para decisões mais informadas e holísticas sobre o uso de recursos naturais e identificação de oportunidades de conservação e uso sustentável???

4. Rede de Teorias

4.1. Teoria da Complexidade

4.2. Sistemas Socioecológicos

4.3. Engajamento de Stakeholders

4.4. Economia Ecológica

4.5. Análise Decisória

4.6. Governança Ambiental

4.7. Gestão Participativa

4.8. Sensemaking

4.9. Conservação da Biodiversidade

5. Hipótese

5.1. É possível desenvolver um modelo integrado de valoração econômica de serviços ambientais marinhos para unidades de conservação, que balanceie conservação e desenvolvimento???

6. Objetivo

6.1. Desenvolver um modelo integrado de valoração econômica de serviços ambientais para unidades de conservação costeiras, utilizando a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo/SC como estudo de caso.

7. Objetivos Específicos

7.1. 1. Contextualizar a valoração econômica de serviços ambientais marinhos e sua viabilidade de aplicação na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo

7.2. 2. Identificar e analisar os stakeholders relacionados aos serviços ambientais providos pela ReBio;

7.3. 3. Desenvolver cenários, atuais e de futuros alternativos, de maneira participativa com os stakeholders identificados;

7.4. 4. Identificar ligações de causalidade entre os cenários desenvolvidos, as mudanças na saúde dos ecossistemas, e a provisão e distribuição de bens e serviços ecossistêmicos;

7.5. 5. Aplicar os métodos de valoração econômica de recursos naturais mais adequados às possíveis mudanças identificadas e aos interesses dos stakeholders e tomadores de decisão;

7.6. 6. Avaliar participativamente os resultados dos cenários construídos e as mudanças decorrentes sobre os serviços ambientais com os stakeholders e tomadores de decisão;

7.7. 7. Desenvolver e aplicar ferramentas de apoio a decisão nos cenários desenvolvidos.

8. Proposta Metodológica

8.1. 1) Definição do Escopo

8.1.1. a) Mapeamento de Stakeholders

8.1.2. b) Entrevistas com os Stakeholders

8.1.3. c) Identificação das principais ameaças, conflitos e oportunidades da ReBio Arvoredo

8.2. 2) Análise

8.2.1. a) Desenvolver cenários, atuais e de futuros possíveis, para a ReBio Arvoredo

8.2.2. b) Analisar as possíveis mudanças nos serviços ecossistêmicos nos cenários caracterizados

8.2.3. c) Escolher métodos para avaliar ou monetizar as mudanças no bem-estar humano

8.2.4. d) Coletar e analisar dados e metadados biofísicos e socioeconômicos

8.2.5. d) Contabilizar riscos e incertezas nos resultados de avaliação

8.3. 3) Projeção de utilização dos Resultados

8.3.1. a) Desenvolver e aplicar ferramentas de apoio a decisão

8.3.2. b) Compartilhar, validar e discutir resultados com os decisores e outros stakeholders chaves

9. Estrutura Inferencial

9.1. ABDUÇÃO

9.2. DEDUÇÃO

10. REINO

10.1. HISTÓRICO

10.1.1. VALORAÇÃO

10.2. EXPERIMENTAL

10.2.1. CENÁRIOS

10.2.2. SENSEMAKING

11. Y ~ X + E

11.1. Y1 = VALORAÇÃO ECONÔMICA

11.1.1. X1 = SERVIÇO AMBIENTAL

11.2. Y2 = CENÁRIOS FUTUROS

11.2.1. X2 = PERCEPÇÃO DAS PESSOAS

11.3. Y3 = AVALIAÇÃO DO INSTRUMENTO

11.3.1. X3 = CENÁRIOS DESENVOLVIDOS

12. ESCALA

12.1. REGIONAL

12.2. DUAS GERAÇÕES HUMANAS

13. POPULAÇÃO DE INTERESSE

13.1. USUÁRIOS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

13.2. GESTORES DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

13.3. CONSELHEIROS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

14. SUJEITO \ PREDICADO \ MEIO TERMO

14.1. Y1 = VALORAÇÃO ECONÔMICA = SUJEITO

14.1.1. PREDICADO = VALOR ECONÔMICO DOS SERVIÇOS AMBIENTAIS

14.1.1.1. MEIO TERMO = RELAÇÃO DOS USUÁRIOS COM OS SERVIÇOS ECOSSISTÊMICOS

14.2. Y2 = CENÁRIOS FUTUROS

14.2.1. PREDICADO = QUALIDADE DOS CENÁRIOS / CATEGORIAS

14.2.1.1. MEIO TERMO = MEDIDAS DE GESTÃO IMAGINADAS

14.3. Y3 = AVALIAÇÃO DO INSTRUMENTO

14.3.1. PREDICADO = TRADEOFFS E SINERGIAS OU CONCORDÂNCIA / DISCORDÂNCIA

14.3.1.1. MEIO TERMO = PERCEPÇÃO E EXPERIÊNCIA COM OS INSTRUMENTOS DE VALORAÇÃO ECONÔMICA E OS CENÁRIOS CONSTRUÍDOS

15. Amostragem

15.1. Y1 = VALORAÇÃO ECONÔMICA

15.1.1. ENTREVISTAS

15.1.1.1. SNOWBALL

15.1.1.1.1. INFORMANTE QUALIFICADO

15.2. Y2= CENÁRIOS FUTUROS

15.2.1. ENTREVISTAS E DINÂMICAS DE GRUPO

15.3. Y3 = AVALIAÇÃO DO INSTRUMENTO

15.3.1. SENSEMAKING

15.3.1.1. ENTREVISTAS E DINÂMICAS DE GRUPO

16. ANÁLISE DE DADOS

16.1. Y1 = VALORAÇÃO ECONÔMICA

16.1.1. MÉTODOS ECONOMÉTRICOS

16.2. Y2 = CENÁRIOS FUTUROS

16.2.1. MÉTODOS MISTOS

16.3. Y3 = AVALIAÇÃO DO INSTRUMENTO

16.3.1. SENSEMAKING

16.3.1.1. ANÁLISE QUALITATIVA

16.3.1.2. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

16.3.1.2.1. NATURAL LANGUAGE PROCESSING