Aula 109 – Os Recursos do Cristão

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Aula 109 – Os Recursos do Cristão by Mind Map: Aula 109 – Os Recursos do Cristão

1. Reflexão

1.1. Ao fazermos nossa reflexão

1.1.1. Não se devemos

1.1.1.1. Elogiar-nos

1.1.1.1.1. "Ah! Eu sou bom mesmo!..."

1.1.1.2. Condenar-nos

1.1.1.2.1. "Sou um fracasso!..."

1.1.1.3. Justificar-nos

1.1.1.3.1. "Eu fiz isso porque..."

1.1.2. Devemos buscar a essência do conflito

1.1.2.1. Implica em observação e estudo de nós mesmos de nossos defeitos

1.1.2.2. Nossos defeitos são provenientes de nosso

1.1.2.2.1. Orgulho

1.1.2.2.2. Egoísmo

1.1.3. Também podemos fazer exercícios de reflexões otimistas

1.1.4. Ao término sentiremos força moral

1.2. Busca de si mesmo

1.2.1. O ser real está oculto

1.2.1.1. pelo ego

1.2.1.2. pelos condicionamentos

1.2.2. A conquista de si mesmo proporciona

1.2.2.1. Alegria

1.2.2.2. Libertação dos sentimentos

1.2.2.2.1. subalternos

1.2.2.2.2. conflitivos

1.2.3. Nada tem a ver com o sucesso exterior

1.2.4. Possibilita o descobrimento de nossa realidade espiritual

1.2.5. Devemos nos perguntar

1.2.5.1. Quem sou eu?

1.2.5.2. Quais os próximos objetivos?

1.2.5.3. Como alcançá-los?

2. A Chama do Ideal

2.1. A chama do ideal

2.1.1. É força sustentadora do nosso propósito de luta

2.1.2. É o alimento que precisamos buscar para manter em nós acessa a Chama Divina

2.1.2.1. Que ilumina as trevas da ignorância

2.1.2.2. Liberta os homens

2.1.3. É o primeiro recurso do cristão

2.1.4. As quedas poderão ocorrer pois é uma condição de nosso estágio evolutivo mas devemos

2.1.4.1. Manter o bom ânimo

2.1.4.2. Nos esforçarmos para sair do domínio das atrações do corpo

2.1.4.3. Manter a disposição permanente de lutar para nos melhorar

2.2. Aos Aprendizes do Evangelho

2.2.1. Muitas vezes

2.2.1.1. Sem título

2.2.1.1.1. Dormiremos acalentando sonhos de triunfo

2.2.1.1.2. Para acordar no clima de derrota

2.2.1.2. Sem título

2.2.1.2.1. Atravessaremos largas avenidas do ideal rodeados por legiões de seguidores

2.2.1.2.2. Para depois penetrarmos nas veredas do testemunho em plena solidão

2.2.2. Quando tempestades de incompreensão nos fizerem estremecer no caminho

2.2.2.1. Colocando em risco a nossa esperança

2.2.2.2. ou

2.2.2.3. Ameaçando-nos com a morte

2.3. O Espiritismo em nossa vida

2.3.1. Doutrina Espírita é o primeiro sinal de que estamos entrando em libertação espiritual

2.3.2. Reflitamos na importância do Espiritismo em nossa encarnação

2.4. Da diligente emenda de toda a nossa vida

2.4.1. Não esquecer da resolução que tomamos

2.4.2. Sem empenho e diligência não alcançaremos as virtudes

2.4.3. Se não evitarmos os pequenos defeitos pouco a pouco caímos nos grandes

2.5. Integração

2.5.1. Vibrações das 22 horas

2.5.1.1. A Vibração pelo Bem Universal

2.5.1.2. Roteiro

2.5.2. Vibrações das Quintas-Feiras

2.5.2.1. Muito antes do trabalho milhares de servidores derramam elementos sutis de cura

2.5.2.2. Esses elementos são derramados sobre nós que os retemos de acordo com nossa receptividade

2.5.2.3. No encerramento do trabalho recebemos do alto radiações

2.5.2.3.1. Benéficas

2.5.2.3.2. Revitalizadoras

2.5.3. Plataforma FDJ

2.5.3.1. Falando ao Coração

2.5.3.2. Projeto André Luiz

2.5.3.3. Projeto Paulo de Tarso

3. Prece

3.1. HTML

3.2. Texto

3.3. Original

4. Evangelho no Lar

4.1. HTML

4.2. Texto

4.3. Original

4.4. Vídeo

5. Bibliografia

5.1. Aula

5.1.1. Objetivo

5.1.2. Reflexão

5.2. Principal

5.2.1. Aliança Espírita Evangélica

5.2.1.1. Iniciação Espírita

5.2.1.1.1. Os Recursos do Cristão - pág. 213

5.2.2. Allan Kardec

5.2.2.1. LE - perg. 659-660

5.2.2.2. ESE - cap. 17, 25 e 27

5.2.3. Francisco Cândido Xavier

5.2.3.1. O Consolador - perguntas 218-238

5.2.3.2. Paulo e Estêvão

5.2.4. Edgard Armond

5.2.4.1. Guia do Aprendiz

5.2.4.2. Amor e Justiça - 12, 17, 25, 39, 40, 69, 112

5.2.4.3. Enquanto É Tempo - 78, 79

5.2.4.4. Falando ao Coração - Comentando Pensamentos Construtivos. 12

5.2.4.5. Lendo e Aprendendo - 30, 85

5.2.4.6. Na Seara do Evangelho - 19

5.2.4.7. Na Semeadura I - itens 48, 238

5.2.4.8. Na Semeadura II - itens 34, 69

5.3. Complementar

5.3.1. Francisco Cândido Xavier

5.3.1.1. Agora É o Tempo

5.3.1.2. Estude e Viva

5.3.1.3. Intervalos

5.3.2. Edgard Armond

5.3.2.1. Vivência do Espiritismo Religioso

5.3.3. Jornal O Trevo

5.3.3.1. O Trevo nº 3 - fevereiro de 1974

5.3.3.2. O Trevo nº 178 - dezembro de 1988

5.3.3.3. O Trevo nº 282 - dezembro de 1997

5.3.3.4. O Trevo nº 445 - agosto de 2012

5.3.4. Thomas von Kempen (Tomás de Kempis)

5.3.4.1. Imitação de Cristo

6. Autopasse

6.1. Fluidos densos e viscosos podem momentaneamente impregnar-nos causando

6.1.1. Mal-estar

6.1.2. Dor de cabeça

6.1.3. Peso

6.1.4. Abatimento

6.1.5. Cansaço

6.1.6. Outros sintomas

6.2. Quando aplicado o autopasse em nossa residência devemos escolher local

6.2.1. Reservado

6.2.2. Limpo

6.2.3. Silencioso

6.2.4. Até mesmo à hora do banho

6.2.4.1. A água possui condições magnéticas de limpeza

6.2.4.1.1. Atuando nas impregnações de fluidos pesados

6.3. Devemos sempre sintonizar com o nosso mentor individual

7. Escola de Aprendizes do Evangelho

7.1. As Escolas de Aprendizes do Evangelho

7.1.1. Nos dá condições de vencer o comodismo e as inclinações induzidas pelo plano espiritual inferior

7.1.2. O ambiente das Escolas é um verdadeiro oásis

7.1.2.1. Ao viajor sedento

7.1.2.2. Ao peregrino que vem buscando o alimento para o seu espírito

7.1.2.2.1. Já sensível e desperto para as luzes espirituais

7.2. Regras de Conduta

7.2.1. Reagir a cansaços, desânimos e dificuldades de qualquer espécie

7.2.1.1. Pois sabe poder contar com o auxílio dos benfeitores espirituais

7.2.2. Ter sempre à vista o quadro pré-organizado de defeitos e vícios

7.2.2.1. Para regular sua repressão com prudência e equilíbrio

7.2.3. Manter rigor progressivo nos esforços de melhoria

7.2.3.1. A começar no lar doméstico onde agirá de forma

7.2.3.1.1. Compreensiva

7.2.3.1.2. Tolerante

7.2.3.1.3. Bondosa

7.2.3.1.4. Controlando

7.2.4. Tratar a todos com bondade e paciência

7.2.5. Ser justo e enaltecer as virtudes sem ferir aqueles que as não possuem

7.2.6. Fazer o bem sem ostentação

7.2.6.1. Aconselhando

7.2.6.2. Protegendo

7.2.6.3. Ensinando

7.2.6.4. Ajudando

7.2.6.5. Sobretudo esclarecendo espiritualmente

7.2.6.5.1. Esta é a maior dádiva e a que tem realmente força para transformar moralmente os homens

7.2.7. Realizar esforços permanentes de melhoria

7.2.7.1. há sempre falhas a corrigir, coisas novas a conquistar

7.2.8. Aperfeiçoar e desenvolver em si mesmo capacidades intrínsecas e energias potenciais

7.2.8.1. Visando tarefas e responsabilidades futuras

8. Trabalho

8.1. Oportunidade de trabalho ao próximo

8.1.1. O ato caridoso em si deve revestir-se da emanação de amor que pulsa no coração do servidor

8.1.1.1. Do contrário muito pouco ou quase nada estaremos realizando efetivamente

8.1.2. Quando trabalhamos nesse padrão de amor

8.1.2.1. Emitimos energias que estabelecem intercâmbio com o Plano Espiritual Superior

8.1.2.2. Nos alimentamos de novas energias capitalizando nosso trabalho em méritos de estimado valor

8.2. Ajuda-te e o céu te ajudará

8.2.1. É o fundamento da

8.2.1.1. Lei do trabalho

8.2.1.2. E também da lei do progresso

8.2.2. Somos filhos de nossas obras

8.3. Trabalho em nós

8.3.1. Não devemos menosprezar o trabalho que nos proporciona crescimento espiritual

8.3.1.1. “Quem sou eu para servir?”

8.3.1.2. “Sou um feixe de imperfeições...”

8.3.1.3. “Conheço o meu atraso moral”

8.3.1.4. “Meus defeitos são meus impedimentos...”

8.3.2. Se quisermos seguir o caminho dos Espíritos de luz

8.3.2.1. A única opção é Servir

8.4. Iluminação

8.4.1. Necessidade

8.4.1.1. O trabalho de cada um na iluminação de si mesmo deve ser

8.4.1.1.1. Permanente

8.4.1.1.2. Metodizado

8.4.1.2. Fenômenos

8.4.1.2.1. Acordam o Espírito adormecido na carne

8.4.1.2.2. Mas não fornecem as luzes interiores

8.4.1.3. A palavra dos guias e mentores do Além ensina

8.4.1.3.1. Mas não pode constituir elementos definitivos de redenção

8.4.1.4. Só o esforço individual no Evangelho de Jesus pode

8.4.1.4.1. Iluminar

8.4.1.4.2. Engrandecer

8.4.1.4.3. Redimir o Espírito

8.4.1.5. Sem título

8.4.1.5.1. Não basta acreditar

8.4.1.5.2. A obrigação primordial é

8.4.2. Trabalho

8.4.2.1. Devemos

8.4.2.1.1. Trabalhar sempre

8.4.2.1.2. Nos esforçar constantemente

8.4.2.2. O trabalho de iluminação pertence a cada um

8.4.2.3. Para a solução de nossos problemas voltemos nosso pensamento para Deus que é fonte de

8.4.2.3.1. Sabedoria

8.4.2.3.2. Misericórdia

8.4.2.4. Para regenerar nossos irmãos da sombra precisamos nos iluminar primeiro

8.4.3. Realização

8.4.3.1. Devemos desenvolver nossa capacidade de

8.4.3.1.1. Trabalho

8.4.3.1.2. Iluminação

8.4.3.2. Doutrinar e Evangelizar

8.4.3.2.1. Doutrinar

8.4.3.2.2. Sem título

8.4.3.2.3. Evangelizar

9. Leituras

9.1. A leitura evangélica

9.1.1. Deve ser feita

9.1.1.1. Com o coração aberto

9.1.1.2. Vibrando no desejo de assimilar os conhecimentos

9.1.1.3. Em ambiente calmo e silencioso

9.1.2. Podemos mentalizar nosso mentor individual e solicitar esclarecimento que estejamos vivendo

9.1.3. Devemos aproveitar este estado de elevação para nos analisar profundamente

9.1.3.1. Para encontrar os pontos de nossa conduta a serem corrigidos à luz do Evangelho

9.2. Lê e Medita

9.2.1. Recordemos a eternidade da vida e não desistamos de aprender

9.2.2. O livro nobre é uma lâmpada que o Senhor determinou que brilhasse em nosso caminho

9.2.2.1. Ensina sem exigência

9.2.2.2. Corrige sem alarde

9.2.2.3. Transforma sem ruído

9.2.2.4. Ajuda sem paga

9.2.3. Perfeição interior não surge sem o conhecimento

9.2.4. Sublimação exclui

9.2.4.1. Não apenas o egoísmo

9.2.4.2. Mas também a ignorância

9.3. Espírita, Estude

9.3.1. Aquele que se intitula espírita precisa

9.3.1.1. Conhecer a doutrina que abraça e livrar-se

9.3.1.1.1. Das falsas concepções

9.3.1.1.2. Do fanatismo

9.3.1.1.3. Da superstição

9.3.1.2. Precisa abrir sua mente através do estudo e de meditação para entendimento cada vez mais amplo

9.3.1.2.1. Da criação

9.3.1.2.2. Da vida

9.3.1.2.3. Da evolução

9.3.1.2.4. Do espírito

9.3.1.2.5. Das leis de Deus

9.3.1.2.6. Do Evangelho

9.3.1.2.7. Do Cristo

9.3.1.2.8. De Deus

9.3.2. Estudar

9.3.2.1. Não é apenas ler

9.3.2.2. É muito mais

9.3.2.2.1. É ler e reler muitas vezes as mesmas coisas

9.3.2.2.2. E depois meditar em silêncio sobre as mesmas

9.3.3. Para valorizarmos o que aprendemos precisamos exemplificar e também

9.3.3.1. Aplicar na nossa vivência o que aprendemos com o estudo e meditação

9.3.3.2. Analisar os nossos pensamentos palavras e obras comparando-os com o que já sabemos ser o certo

9.3.3.2.1. E iremos com esforço e perseverança nos enquadrando nas leis divinas

9.3.4. À medida que avançamos nestas conquistas

9.3.4.1. Entenderemos melhor a Doutrina Espírita

9.3.4.2. Novos horizontes se abrirão mostrando-nos

9.3.4.2.1. Quão pouco ainda sabemos

9.3.4.2.2. Como é importante saber mais para viver melhor

9.4. Do humilde sentir de si mesmo

9.4.1. A nossa responsabilidade aumenta conforme aumenta nosso saber

9.4.2. Não há melhor e mais útil estudo que se conhecer perfeitamente

9.4.3. Sabemos muito menos do que ignoramos

9.5. O Advento do Espírito da Verdade

9.5.1. Sem título

9.5.1.1. Primeiro ensinamento: Amai-vos

9.5.1.2. Segundo ensinamento: Instruí-vos

9.5.2. Ao estudarmos o Espiritismo entenderemos que ele

9.5.2.1. Acaba com o erro de nossas revoltas

9.5.2.2. Nos ensina o objetivo sublime da provação humana

9.5.3. Tomemos por lema estas duas palavras

9.5.3.1. Devotamento

9.5.3.2. Abnegação