ESTUDOS DE CASO-CONTROLE

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ESTUDOS DE CASO-CONTROLE por Mind Map: ESTUDOS DE CASO-CONTROLE

1. VANTAGENS

1.1. BAIXO CUSTO

1.2. RESULTADOS RÁPIDOS

1.3. PODE INVESTIGAR VÁRIOS FATORES DE RISCO (CAUSAS) AO MESMO TEMPO

1.4. O NÚMERO DE PARTICIPANTES POR GRUPO PODE SER PEQUENO

1.5. NÃO HÁ A NECESSIDADE DE ACOMPANHAMENTO

2. LIMITAÇÕES

2.1. A FIM DE EVITAR O VIÉS DE PREVALÊNCIA, DEVE-SE PROCURAR INCLUIR SOMENTE NOVOS CASOS. NO ENTANTO, ISSO DIFICULTA ALCANÇAR UMA AMOSTRA COM O TAMANHO DESEJADO

2.2. OS GRUPOS CONTROLE SÃO DE DIFÍCIL SELEÇÃO

2.3. DIFÍCIL COMPARABILIDADE ENTRE GRUPOS DE CASOS E DE CONTROLES

2.4. OS DADOS DE EXPOSIÇÃO NO PASSADO PODEM SE TORNAR INADEQUADOS, INCLUINDO VIÉS DE MEMÓRIA

2.5. VIÉS DE RUMINAÇÃO: OS CASOS, EM RELAÇÃO AOS CONTROLES, SE LEMBRAM MUITO MAIS DE DETALHES E SUPERVALORIZAM AS EXPOSIÇÕES

2.6. FATORES DE CONFUNDIMENTO

2.7. VIÉS DO ENTREVISTADOR E VIÉS DO ENTREVISTADO

2.8. VIÉS DE SELEÇÃO: PODE HAVER BAIXA REPRESENTATIVIDADE DA POPULAÇÃO ORIGINAL

3. CARACTERÍSTICAS

3.1. PARTE-SE DO DESFECHO EM DIREÇÃO ÀS CAUSAS (DESFECHO -> CAUSA)

3.2. A PARTIR DO DOENTE, PROCURA-SE AS EXPOSIÇÕES

3.3. REMONTA-SE AO PASSADO EM BUSCA DE FATORES DE RISCO

3.4. PESSOAS ESCOLHIDAS COM A DOENÇA (CASOS) SÃO COMPARADAS ÀQUELAS SEM A DOENÇA (CONTROLES)

3.5. É UMA PESQUISA RETROSPECTIVA

3.6. É UM BOM MÉTODO PARA INVESTIGAÇÕES SOBRE DOENÇAS RARAS

3.7. A MEDIDA DE OCORRÊNCIA UTILIZADA É O ODDS DE EXPOSIÇÃO OU CHANCE

3.8. A MEDIDA DE EFEITO UTILIZADA É O ODDS RATIO OU RAZÃO DE ODDS

3.8.1. SE RO > 1, A EXPOSIÇÃO É FATOR DE RISCO

3.8.2. SE RO < 1, A EXPOSIÇÃO É FATOR DE PROTEÇÃO

3.9. NÃO É POSSÍVEL CALCULAR INCIDÊNCIA OU PREVALÊNCIA EM ESTUDOS DE CASO-CONTROLE

4. CASOS

4.1. DEVEM SER REPRESENTATIVOS EM RELAÇÃO A POPULAÇÃO TOTAL

4.2. SELECIONAR CASOS DE AMBULATÓRIOS TORNA A AMOSTRA MAIS REPRESENTATIVA DO QUE SE SELECIONADA EM HOSPITAIS, COMO É FEITO NA MAIORIA DOS ESTUDOS

4.3. A POPULAÇÃO PODE SER PREVALENTE OU INCIDENTE, COM PREFERÊNCIA DE ESCOLHA AOS INCIDENTES, OU SEJA, AOS NOVOS CASOS DA DOENÇA

4.4. DEVE-SE VERIFICAR O NÍVEL DE EXPOSIÇÃO DOS CASOS POR MEIO DE INSTRUMENTOS COMO ENTREVISTAS, PESQUISAS EM PRONTUÁRIOS, ATESTADOS OU RESULTADOS DE EXAMES LABORATORIAIS.

5. CONTROLES

5.1. DEVEM TER ESTRUTURA POPULACIONAL SEMELHANTE A DOS CASOS

5.2. OS CONTROLES SÃO PESSOAS QUE, CASO TIVESSEM A DOENÇA, CONSULTARIAM NO MESMO SERVIÇO DOS CASOS

5.3. DEVEM SER SEMELHANTES À POPULAÇÃO ALVO

5.4. NÃO PODEM TER DOENÇAS CORRELACIONADAS À DOENÇA DO DESFECHO INVESTIGADO

5.5. O GRUPO DE CONTROLES DEVE TER O MÁXIMO DE SEMELHANÇAS POSSÍVEL COM O GRUPO DE CASOS, COM EXCEÇÃO À PRESENÇA/AUSÊNCIA DA DOENÇA