Pesquisa qualitativa no contexto da Educação no Brasil

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Pesquisa qualitativa no contexto da Educação no Brasil por Mind Map: Pesquisa qualitativa no contexto da Educação no Brasil

1. Entrevista como dispositivo de construções de dados

1.1. Questões

1.1.1. Não formuladas previamente

1.1.2. Se orientam para a compreensão dos fenômenos em sua máxima complexidade

1.1.3. semiestruturadas

1.2. estratégia mais adequada

1.2.1. Construir dados descritivos

1.2.1.1. na linguagem do próprio sujeito

1.3. Rosa e Arnoldi

1.3.1. Entrevista

1.3.1.1. Condução

1.3.1.1.1. Adequada

1.3.1.1.2. Ética

1.3.1.1.3. Se limite aos princípios científicos

1.3.1.1.4. justifique as possibilidades concretas de responder às incertezas

1.3.1.2. Somente realizda

1.3.1.2.1. Quando não for adquirir o conhecimento por meio de outros meios

1.3.1.3. Nem sempre foi vista da mesma forma

1.3.1.3.1. entre pesquisadores

1.3.1.3.2. entre períodos

1.3.1.4. implica

1.3.1.4.1. microssituação

1.3.1.4.2. macrossituação

1.3.2. Dos primórdios até 1982

1.3.2.1. Prevalecia

1.3.2.1.1. mensuração

1.3.2.1.2. definições operacionais

1.3.2.1.3. Variáveis

1.3.2.1.4. testes hipotéticos

1.3.2.1.5. análises estatísticas

1.3.2.2. Entrevista NÃO se constituía um instrumento privilegiado de investigação

1.3.3. Após 1982

1.3.3.1. priorizou-se

1.3.3.1.1. descrição

1.3.3.1.2. indução

1.3.3.1.3. estudo das percepções pessoais

1.3.3.2. Passou a designar essa abordagem

1.3.3.2.1. Investigação Qualitativa

1.4. Ludke e André

1.4.1. obra

1.4.1.1. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas

1.4.1.1.1. Métodos de coleta de dados

1.5. Investigação qualitativa

1.5.1. enfoque analítico histórico-cultural

1.5.2. NÃO

1.5.2.1. em razão dos resultados

1.5.3. Construir e obter

1.5.3.1. Compreensão

1.5.3.1.1. do comportamento a partir do sujeito da investigação

1.5.4. Objetivo do investigador

1.5.4.1. construir conhecimentos

1.5.4.2. NÃO

1.5.4.2.1. Dar opnião

1.5.5. finalidade

1.5.5.1. gerar teoria

1.5.5.2. descrição

1.5.5.3. compreensão

1.5.5.3.1. como agentes entrevistados constroem significados

1.5.6. NÃO

1.5.6.1. consistem em mudar pontos de vista

1.6. em investigação científica

1.6.1. todo contexto do processo é fundamental para mapear

1.6.1.1. práticas

1.6.1.2. crenças

1.6.1.3. valores

1.6.1.4. sistemas classificatórios de universos sociais específicos

1.6.1.4.1. mais ou menos delimitados

1.6.1.5. conflitos e contradições

1.6.1.5.1. não claramente explicitados

1.7. Rosália Duarte

1.7.1. Entrevista

1.7.1.1. permite

1.7.1.1.1. mergulho em profundidade

1.7.1.1.2. descrever e compreender a lógica das relações do grupo

1.8. Pesquisa qualitativa de cunho histórico-cultural

1.8.1. Marcada pelo contexto interpretativo em que o sujeito está inserido

1.8.2. Não se reduz a uma troca de perguntas e respostas

1.8.3. dialógica

1.8.3.1. Sentidos são criados na interlocução

1.8.3.1.1. Dependem

1.9. Complexidade da entrevista

1.9.1. se inicia na análise inicial

1.9.1.1. contexto externo em que estarão envolvidos

1.9.1.1.1. entrevistado e

1.9.1.1.2. tema em estudo

1.10. Favorece aproximação do sujeito

1.10.1. recolher de modo discursivo

1.10.1.1. o que ele pensa sobre um determinado fato

1.11. inconvenientes

1.11.1. fator tempo

1.11.2. autorização

1.11.3. na informação

1.11.3.1. qualquer deslize afeta o resltado

1.11.4. questionamentos

1.11.4.1. falta

1.11.4.2. excesso

1.11.5. excesso

1.11.5.1. direcionamento

1.11.5.2. perspicácia

1.11.5.3. confiança

1.11.6. paradoxo

1.11.6.1. um ser singular

1.11.6.2. representa um coletivo

1.11.6.2.1. risco

2. Consolidação das pesquisas em Educação no Brasil

2.1. Dados historiográficos

2.2. Estudo empirico bibliografico

2.3. Remete ao início das pesquisa em Educação no Brasil

2.3.1. Ciclos Históricos

2.3.1.1. Dois aspectos fundamentais

2.3.1.1.1. Influencias das pesquisas iniciadas em Ciências Sociais e Humanas em diversos países

2.3.1.1.2. Expansão das pós-graduações

2.3.1.2. Necessidade de investir em fontes financiadoras

2.3.1.2.1. INEP

2.4. Década 1960

2.4.1. Expansão dos quadros das universidades

2.4.1.1. Implantação de curso de Pós-Graduação

2.4.1.2. Emergência de alguns grupos de pesquisa

2.4.2. Consolidação da reforma de 1968

2.4.2.1. Lei 5.540/68

2.5. Década de 1970

2.5.1. 1971/1972

2.5.1.1. 10 cursos de pós-graduação criados

2.5.2. 1975

2.5.2.1. 16 cursos de pós-graduação estavam instalados

2.5.3. Programas de Mestrado e doutorado no exterior

2.5.3.1. Mudanças nos trabalhos científicos

2.5.3.1.1. Témáticas

2.5.3.1.2. Problemas

2.5.3.1.3. Referenciais teóricos

2.5.3.1.4. Abordagens metodológicas

2.5.3.1.5. Contextos de produção

2.5.4. Ampliação das tematicas

2.5.5. 1970 - 1976

2.5.5.1. Análise de Gouveia

2.5.5.2. Pesquisas em Educação

2.5.5.2.1. Relatos de Experiências

2.5.5.2.2. Tentativas de renovação educacional

2.5.5.2.3. Estudos descritivos

2.5.5.2.4. Sem preocupação com controles metodológicos mais sistemáticos

2.6. Final da década de 1970 - início da década de 1980

2.6.1. Aparecem trabalhos sobre política educacional

2.6.1.1. Fatores que contribuíram

2.6.1.1.1. 27 programas de pós-graduação em 27 IES

2.7. Investimentos levam as pesquisas a serem avaliadas constantemente

2.7.1. Buscando aproximar sujeito e objeto

2.7.1.1. Contexto histórico-cultural

2.8. Bom trabalho científico

2.8.1. Pesquisador colocar-se no papel do outro

2.8.2. Pesquisa qualitativa

2.8.2.1. Compreender o papel do humano

2.8.2.2. dimensão educacional

3. Enfoque metodológico de pesquisa quaitativa

3.1. Debate metodológico qualitativo

3.1.1. Aceitação

3.1.2. Negação

3.1.3. Meio termo

3.1.3.1. Quali / Quanti

3.2. Concepções epistemológicas

3.2.1. Teoria Epistemológica

3.2.1.1. Refere-se ao ramo da filosofia que se ocupa do conhecimento científico; é o estudo crítico dos princípios, das hipóteses e dos resultados das diversas ciências, com a finalidade de determinar seus fundamentos lógicos, seu valor e sua importância objetiva.

3.2.2. Interpretam a realidade de forma distorcidas

3.2.2.1. Distorções Quantitativas

3.2.2.1.1. Precariedade das fontes

3.2.2.1.2. Manipulação da informação social

3.2.2.1.3. Imprecisão das técnicas em excluir variáveis para a explicação do fenômeno escola.

3.3. Concepção positivista tradicional

3.3.1. objetividade

3.3.2. quantificação

3.3.3. eliminar distorções

3.3.3.1. subjetividade do pesquisador

3.3.4. Positivosmo

3.3.4.1. Augusto Comte

3.3.4.2. defende que o progresso da humanidade depende exclusivamente dos avanços científicos, sendo esse o conhecimento verdadeiro.

3.3.5. Recebe severas críticas

3.3.5.1. Filosóficas

3.3.5.2. Políticas

3.3.5.3. Técnicas

3.3.5.4. Alvo:

3.3.5.4.1. Aplicabilidade dos modelos das ciências naturais nas ciências sociais e humanas

3.4. Exigência de outros campos fora da academia

3.4.1. Organismos internacionais

3.4.1.1. BIRD

3.4.1.2. Banco Mundial

3.4.1.3. FMI

3.4.2. Potenciais financiadores

3.4.2.1. Poder executivo

3.4.2.1.1. municipal

3.4.2.1.2. estadual

3.4.2.1.3. federal

3.4.3. Final da década de 1970 e início da década de 1980

3.4.3.1. Ministérios e outros organismos públicos

3.4.3.1.1. Intermediavam a concessão de recursos

3.4.3.1.2. Passaram a exigir maior rigor técnico para liberar verbas

3.5. 1977

3.5.1. Livro: Beyond theNumbers Game

3.5.1.1. Métodos não convencionais de avaliação

3.5.1.2. propostas para novos estudos na área

3.5.1.3. Resultou em um seminário

3.5.1.3.1. Contundente crítica ao paradigma qualitativo

3.5.1.3.2. Propõe uma abordagem iluminativa

3.5.1.3.3. Para os autores a pesquisa e os programas devem levar em conta as dimensões

3.5.1.3.4. Manifesto

3.5.1.4. Impacto destas reflexões no Brasil

3.5.1.4.1. 1978

3.6. Pesquisa educacional acompanha as transformações sociais ocorridas no Basil

3.6.1. Período ditatorial militar para um mais democrático.

3.6.2. Trabalhos

3.6.2.1. Dissertações de mestrado

3.6.2.2. Teses de doutorado

3.6.2.3. Inspiração e tendência critico-reprodutivista

3.6.2.3.1. Crítica

3.6.2.3.2. reprodutiva

3.7. 1983

3.7.1. Robert Stake

3.7.1.1. Pioneiro das abordagens qualitativas em Educação

3.7.1.2. Pesquisador e coordenador do CIRCE

3.7.1.2.1. Center for Instrucional Research and Curriculum Evaluation

3.7.1.3. Realizou reflexões em várias instituições brasileiras

3.7.2. Seminário

3.7.2.1. INEP-MEC

3.7.2.2. Pesquisa Participante

3.7.2.2.1. Justa Ezpeleta

3.7.2.2.2. torna-se necessário

3.7.2.2.3. ganha força

3.7.2.3. Trabalhos publicados no Em Aberto

3.7.3. Portanto: No início da década de 1980

3.7.3.1. Descrença em soluções técnicas

3.7.3.2. tais estudos mudam o perfil da pesquisa educacional

3.7.3.2.1. reflexões críticas

3.7.3.3. Busca-se

3.7.3.3.1. NÃO mais só

3.7.3.3.2. Antropologia

3.7.3.3.3. História

3.7.3.3.4. Linguística

3.7.3.3.5. Filosofia

3.7.3.4. Gati e André (2011)

3.7.3.4.1. Este movimento da história da pesquisa qualitativa

3.7.3.4.2. A pesquisa qualitativa gerou aspectos mais específicos

3.8. Produções a acrescentar

3.8.1. 1979

3.8.1.1. Produção do Centro de Estudos Educação e Sociedade

3.8.1.1.1. UNICAMP

3.8.2. 1984

3.8.2.1. Caderno CEDES

3.8.2.1.1. Tema gerador

3.8.3. 1980

3.8.3.1. Grupo de pesquisa do prof. Joel Martins

3.8.3.1.1. PUC

3.8.4. Nas últimas décadas

3.8.4.1. Consolidação dos grupos de pesquisa educacionais

3.8.4.1.1. Necessidade institucional

3.8.4.1.2. Avaliação de órgãos de fomento

3.8.4.2. Final deste período

3.8.4.2.1. grupos sólidos de investigação

3.9. Estudos nas ciências Sociais e Humanas

3.9.1. Não eliminam a imbricação das técnicas

3.9.1.1. qualitativa

3.9.1.2. quantitativa

4. conclusão

4.1. reforça-se

4.1.1. necessidade de

4.1.1.1. retomar o projeto de formação permanente de

4.1.1.1.1. estudos

4.1.1.1.2. leituras

4.1.1.1.3. debates

4.1.1.1.4. pesquisa qualitativa